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  <title>Trocos por Miúdos</title>
  <link>https://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/</link>
  <description>Trocos por Miúdos - SAPO Blogs</description>
  <lastBuildDate>Wed, 06 May 2015 20:00:33 GMT</lastBuildDate>
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  <pubDate>Wed, 06 May 2015 19:43:00 GMT</pubDate>
  <title>Poupar com cartões de crédito - Revisitado</title>
  <author>ruicarlov</author>
  <link>https://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/poupar-com-cartoes-de-credito-9943</link>
  <description>&lt;p&gt;Escrevi há algum tempo um artigo sobre &lt;a title=&quot;Poupar com cartões de crédito&quot; href=&quot;http://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/poupar-com-cartoes-de-credito-8129&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;cartões de crédito que permitem poupar através dos seus programas de cashback&lt;/a&gt;. Desde então, &lt;a title=&quot;Tetos para comissões de pagamentos com cartões&quot; href=&quot;http://www.publico.pt/economia/noticia/comissao-dos-assuntos-economicos-do-parlamento-europeu-aprova-limites-as-comissoes-nos-cartoes-1624480&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;houve alterações a nível da legislação europeia&lt;/a&gt;, limitando as comissões máximas que os emissores de cartões podem cobrar aos comerciantes pelas transações. Naturalmente que com esta medida as margens de lucro são afetadas, logo o cashback oferecido tem vindo a diminuir ou a desaparecer por completo. No entanto, nem tudo são más notícias: alguns cartões mantêm as suas condições e outros, contrariando a tendência, tornaram-se mais atrativos para poupar.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;a class=&quot;media-link&quot; title=&quot;cashbackpress.png&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/ruicarlov/fotos/?uid=4CulAQi02jTQO4EkjIii&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;padding: 10px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; title=&quot;cashbackpress.png&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/o9e06fecf/18364528_OmjCm.png&quot; alt=&quot;cashbackpress.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #008000; font-size: 14pt;&quot;&gt;Cartões cujo cashback diminuiu ou foi removido&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a title=&quot;Cartão Deco Unicre&quot; href=&quot;http://www.deco.proteste.pt/dinheiro/cartoes-credito/vantagens-negociadas/cartao-credito-deco-proteste-unicre&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/Bc1159308/16558231_tZam9.png&quot; alt=&quot;Cartão Deco Unicre&quot; width=&quot;139&quot; height=&quot;84&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a title=&quot;Cartão Deco/Unicre&quot; href=&quot;http://www.deco.proteste.pt/dinheiro/cartoes-credito/vantagens-negociadas/cartao-credito-deco-proteste-unicre&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Cartão Deco/Unicre&lt;/a&gt; - O cashback em todas as compras será reduzido de 1% para 0,5% e todos os pagamentos por Multibanco (pagamento de compras/serviços/segurança social, etc...) deixam de contar para casback. Esta medida entra em vigor a 10 de Maio. Para mim, esta é a pior notícia de todas, pois era o único cartão que permitia poupar com os pagamentos da luz/gás/água/telecomunicações, bem como com toda e qualquer compra que fosse paga por referência Multibanco. As únicas operações que agora dão cashback são os pagamentos nos terminais dos comerciantes Visa/Mastercard em Portugal, bem como compras online em sites portugueses, onde haja pagamento direto com cartões de crédito, ou por intermédio do Paypal.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;a class=&quot;media-link&quot; title=&quot;amexb.png&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/ruicarlov/fotos/?uid=2eHMgUqYgvtaU42dNuZM&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;amexb.png&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/Be9147048/18363931_utUMf.png&quot; alt=&quot;amexb.png&quot; width=&quot;152&quot; height=&quot;100&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a title=&quot;American Express Blue&quot; href=&quot;http://ind.millenniumbcp.pt/pt/Particulares/Cards/Pages/crt_amex_blue.aspx&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;American Express Blue&lt;/a&gt; - O cashback que costuma oferecer todos os anos a partir de Fevereiro/Março (5% com máximo de 100€ de bónus) não foi ainda anunciado, logo já não espero vê-lo este ano. Quem adquiriu o cartão quando este ainda tinha anuidade, é melhor começar a pensar em desistir dele se só o usava pelo desconto. Quem o adquiriu já sem anuidade, pode ficar com ele para ver se por algum milagre volta a dar cashback. O programa de pontos deste cartão é pouco interessante, pois implica um custo anual de 10€.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://www.santandertotta.pt/pagina/content/0,1564,699_34521_1_1_673_4_0,00.html&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/B4201c38a/16558262_iDZnD.jpeg&quot; alt=&quot;cartão desconto Santander&quot; width=&quot;134&quot; height=&quot;85&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a title=&quot;Cartão desconto Santander&quot; href=&quot;http://www.santandertotta.pt/pagina/content/0,1564,699_34521_1_1_673_4_0,00.html&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Cartão Desconto Santader&lt;/a&gt; - O cartão desconto foi descontinuado, embora o seu programa de cashback continue ativo para quem ainda possua o cartão. É um cenário semelhante ao do Caixa Classic, que continua a dar cashback mas já ninguém pode subscrever o cartão com esse programa. Quem o tem que o aproveite. Caso contrário, é necessário procurar alternativas, mas que em termos de % devolvidas não chegam ao calcanhares deste cartão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #008000; font-size: 14pt;&quot;&gt;Cartões que se tornaram mais atrativos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://www.e-affinitycard.net/pt/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://www.citibank.com/greece/consumer/en/news/images/affinity.jpg&quot; alt=&quot;Affinity Card&quot; width=&quot;150&quot; height=&quot;95&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a title=&quot;Affinity Card&quot; href=&quot;http://www.e-affinitycard.net/pt/&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Affinity Card &lt;/a&gt;- Este cartão da Inditex continua a dar 1% de cashback em todas as compras. E o plafond para as compras na Rede Visa/Mastercard já não está limitado aos 200€, podendo ser aprovados limites maiores, pelo menos até 400€. O ponto mais fraco deste cartão é que nem sempre funciona bem em compras online. Nalguns sites é aceite sem problemas, mas noutros não se consegue pagar. Geralmente quando se paga em moeda que não o euro é que ocorrem mais problemas. Nos terminais de pagamento dos comerciantes sempre funcionou bem. Relembro que, por defeito, o pagamento do saldo do cartão muda para 5% do montante em dívida todos os meses, mas que pagando o extrato por Multibanco podemos sempre pagar a totalidade do saldo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;a class=&quot;media-link&quot; title=&quot;amexg.png&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/ruicarlov/fotos/?uid=dIGezMD6GNedaNUAQMCe&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;amexg.png&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/B1e11e2f2/18363997_QqjGQ.png&quot; alt=&quot;amexg.png&quot; width=&quot;183&quot; height=&quot;121&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a title=&quot;Cartão American Express Gold&quot; href=&quot;https://www.bancobest.pt/ptg/start.swe?SWECmd=InvokeMethod&amp;amp;SWEMethod=GotoContainerView&amp;amp;SWEService=BEST+Product+Context&amp;amp;CodDoc=CCREDITO024&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Cartão Best Gold American Express&lt;/a&gt; - As condições do cashback mantêm-se em 1% sobre as compras ou 1,5 milhas TAP Vitoria por cada € em compras nos comerciantes que aceitem American Express. A novidade é que a anuidade (anteriormente sem possibilidade de isenção) foi abolida, tornando este cartão bastante interessante para se usar nas compras feitas nas grandes superfícies comerciais. Nos comerciantes fora da rede da Amex este Best Gold funciona como cartão de débito (sem cashback), usando o saldo da conta à ordem do banco Best.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;a title=&quot;ActivoBank&quot; href=&quot;http://www.activobank.pt/pt/public/produtos/Pages/produtosab.aspx&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;boost.png&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/B0b14a759/18364248_QsFjh.png&quot; alt=&quot;boost.png&quot; width=&quot;171&quot; height=&quot;115&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a title=&quot;ActivoBank&quot; href=&quot;http://www.activobank.pt/pt/public/produtos/Pages/produtosab.aspx&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Cartão de Crédito ActivoBank/Pré-pago Boost&lt;/a&gt; - O programa de pontos Activo+ não é novidade. Por cada € em compras ou cash-advance, ganha-se um ponto. Quando se acumula um número suficiente de pontos, estes podem ser &lt;a title=&quot;Programa Pontos Activo+&quot; href=&quot;http://www.activobank.pt/SiteCollectionDocuments/Montra_PT/Contas/Conta%20Simples/Programa%20Pontos%20Activo%20+.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;trocados por várias ofertas&lt;/a&gt;, incluindo vales de desconto para uma variedade de lojas como Fnac, Primark, Zara, Worten, Continente, Galp, entre outras. 1250 pontos, por exemplo, equivalem a 5€ de desconto na Worten ou Continente, através de um cartão &lt;a title=&quot;Cartão Dá Valor&quot; href=&quot;http://www.cartoespresente.com/cartaodavalor/&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Dá Valor&lt;/a&gt;. Visto de outro prisma, equivale a um cashback de 0,4% do valor das compras. A novidade é que agora o cartão pré-pago do Activobank, o Boost, também já entra neste programa de pontos. Como funciona nos terminais só com rede multibanco, isso significa que compras nesta rede também geram pontos. Uma vez que o cartão Unicre já não permite pagar extrato de nenhum cartão como o iSavings (também já fora de comercialização), o Boost passa a ser a única maneira de conseguir desconto fora da rede Visa/Mastercard. Para além disso, levantamentos em dinheiro também dão origem a pontos. Apenas os pagamentos de serviços/compras por referência Multibanco estão excluídos deste programa. O único senão é que apenas jovens até aos 31 anos o podem pedir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #008000; font-size: 14pt;&quot;&gt;Cartões que se mantêm as suas condições&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;https://www.cgd.pt/Particulares/Gerir-Dia-a-Dia/Cartoes/Cartoes-Credito/Made-by/Pages/Made-by-Programas-Lealdade.aspx&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;https://www.cgd.pt/mobile/MobileAPPs/PublishingImages/webservices/Simulador-Made-by/img/cartao.png&quot; alt=&quot;Cartão personalizável Made By&quot; width=&quot;151&quot; height=&quot;113&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a title=&quot;Cartão Caixa Activa&quot; href=&quot;https://www.cgd.pt/Site/Caixactiva/Vida-Activa/Cartoes-Credito/Pages/Vantagens-Cartao-Credito-Caixa-Activa.aspx&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;padding: 10px 10px;&quot; src=&quot;http://www.cgd.pt/mobile/Particulares/Cartoes/Cartoes-de-Debito/PublishingImages/Caixa-Activa_400x280.png&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;166&quot; height=&quot;121&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a title=&quot;Cartão Made By&quot; href=&quot;https://www.cgd.pt/Particulares/Gerir-Dia-a-Dia/Cartoes/Cartoes-Credito/Made-by/Pages/Made-by-Programas-Lealdade.aspx&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Cartão Made By&lt;/a&gt; e &lt;a title=&quot;Cartão Caixa Activa&quot; href=&quot;https://www.cgd.pt/Site/Caixactiva/Vida-Activa/Cartoes-Credito/Pages/Vantagens-Cartao-Credito-Caixa-Activa.aspx&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Caixa Activa&lt;/a&gt; - O cartão Made By mantém o cashback por escalões: 0,5% para compras entre 100€ e 999€; 0,75% entre 1000€ e 2999€ e 1% para mais de 3000€. Tem a opção de trocar este programa por pontos Galp ou milhas Luftansa. O lado positivo é que é acessível a todos os clientes das CGD. O lado negativo é que tem uma mensalidade de 2€ que só é isentada com 250€/mês de compras no cartão. O cartão de crédito Caixa Activa funciona também por escalões, tem uma percentagem de cashback mais elevada, mas tem as seguintes limitações: em primeiro lugar, apenas é acessível a maiores de 55 anos; segundo, o cashback reverte para uma conta-poupança e não para o saldo da conta-cartão; terceiro, tem uma mensalidade de 1€ sem hipótese de isenção; quarto, o cashback só se aplica a compras maiores do que 35€, quando já se tenham acumulado 300€ de compras no cartão. Quanto aos escalões: de 300€ a 1249,99€ devolve 0,5%; de 1250€ a 1499,99€ devolve 1,5%; e acima de 1500€ devolve 3%. O tecto máximo do cashback é de 100€/mês.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;a title=&quot;Cartão BPI Prémio&quot; href=&quot;http://www.bancobpi.pt/centros-de-investimento/cartoes/credito/cartao-bpi-premio&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;padding: 10px 10px;&quot; src=&quot;http://www.bancobpi.pt/content/conn/UCM/uuid/dDocName:PP_WCS01_UCM01002873&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;180&quot; height=&quot;114&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a title=&quot;Cartão BPI Prémio&quot; href=&quot;http://www.bancobpi.pt/centros-de-investimento/cartoes/credito/cartao-bpi-premio&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Cartão BPI Prémio&lt;/a&gt; - Devolve 1% de todas as compras na rede Visa/Mastercard feitas em Portugal, sob a forma de cheques BPI Prémio de 10€, utilizáveis na principais lojas do Grupo Sonae (Continente, Worten, etc.). Tem uma anuidade de 14€, sem isenção, mas até mesmo não-clientes do BPI podem pedir este cartão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;a title=&quot;Cartão Cetelem Black&quot; href=&quot;https://www.cetelem.pt/cartoes/cartao-de-credito-black.html&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;cetelem.png&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/Ba6069e81/18364406_WZLr3.png&quot; alt=&quot;cetelem.png&quot; width=&quot;176&quot; height=&quot;117&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a title=&quot;Cartão Cetelem Black&quot; href=&quot;https://www.cetelem.pt/cartoes/cartao-de-credito-black.html&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Cartão Cetelem Black -&lt;/a&gt; Este cartão continua a dar 3% de cashback em comerciantes catalogados como super/hipermercados, gasolineiras ou restaurantes, com um máximo de 100€/ano. Infelizmente não sei se quando eles falam em &quot;catalogados&quot; se se referem aos códigos de actividade (CAE) registados nas finanças ou se é alguma catalogação interna específica da Cetelem. Felizmente o cartão não tem anuidade, logo quem utilize comerciantes que comprovadamente deem desconto neste cartão, é uma oportunidade a aproveitar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aproveito para deixar apenas uma referência ao &lt;a title=&quot;cartão CEPSA porque eu volto&quot; href=&quot;https://www.porqueeuvolto.com/wls/porquetuvuelves/conocenos_comofunc_visa.htm?idi=3&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;cartão de crédito CEPSA porque eu volto&lt;/a&gt;, que dá 1% de cashback em pontos no cartão, que podem ser utilizados nos postos CEPSA. A obrigação de só poder usar o cashback nos postos é limitativa, mas para quem use muito esta gasolineira poderá ter interesse.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Resumindo, atualmente os programas de lealdade dos cartões de crédito encontram-se mais espremidos. O pagamento por referência Multibanco perdeu totalmente a possibilidade de obter cashback. Para as compras em terminais dos comerciantes é difícil encontrar devoluções acima de 1% com poucas restrições. Em contrapartida, existem mais cartões sem anuidade que permitem poupar nas compras. Assim é mais fácil jogar com vários cartões que se complementem sem que isso resulte em encargos extra.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Fri, 06 Mar 2015 14:06:00 GMT</pubDate>
  <title>Mais quedas de taxas de Depósitos a prazo (Atualizado)</title>
  <author>ruicarlov</author>
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  <description>&lt;p&gt;Olhando para os posts que tenho escrito neste blog, tem sido uma constante avisar que as taxas dos depósitos a prazo cairam ou estarão prestes a cair. Infelizmente o que está a acontecer era previsível e está para ficar. As taxas de referência europeias estão baixíssimas (negativas a 1 mês) e o prémio de risco atribuído a Portugal face aos grandes países europeus (leia-se Alemanha) está em mínimos de vários anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com os Certificados de Tesouro Poupança Mais a garantirem apenas uma TANB média de 2.25%, alguns depósitos a prazo tornaram-se mais atrativos, mas durante quanto tempo?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No que diz respeito ao banco Invest, não muito. As taxas oferecidas pelos seus depósitos (atualmente tem a melhor taxa a 365 dias: 2.75% para novos montantes aplicados no banco) estão em vias de levar mais outro corte, embora detalhes sobre quanto e quando não estejam ainda disponíveis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #ff0000;&quot;&gt;&lt;strong&gt;[Atualização 10-03-2015] - As taxas já baixaram, para 2.3% a 365 dias&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Banco Privado Atlântico a Activobank são atualmente os segundos melhores, com taxas de 2.25%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sem querer estar sempre a bater na mesma tecla, estamos numa época em que vale mais a pena apostar em depósitos com prazos mais longos, em vez dos promocionais que duram 3 meses. A &quot;sangria&quot; de taxas não leva jeitos de estancar. Visto em perspetiva, os CTPM continuam a ser uma alternativa com interesse. Temos apenas de nos ajustar à nova realidade: os investimentos de capital garantido e rendimento conhecido oferecem rentabilidades bastante mais baixas do que aquelas a que nos tínhamos habituado.&lt;/p&gt;</description>
  <comments>https://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/mais-quedas-de-taxas-de-depositos-a-9290</comments>
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  <category>queda</category>
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  <category>depósitos a prazo</category>
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  <guid isPermaLink='true'>https://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/saida-do-privatbank-de-portugal-8996</guid>
  <pubDate>Thu, 12 Feb 2015 17:12:00 GMT</pubDate>
  <title>Saída do PrivatBank de Portugal</title>
  <author>ruicarlov</author>
  <link>https://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/saida-do-privatbank-de-portugal-8996</link>
  <description>&lt;p&gt;Quem já é cliente do PrivatBank está ao corrente do encerramento da sua sucursal em Portugal. A partir de 1 de Março, todas as contas portuguesas que se encontrarem abertas transitarão para o PrivatBank Letónia. Os clientes têm até dia 15 deste mês para decidir se querem encerrar a conta ou passá-la para a Letónia (se não se disser nada eles assumem que queremos passar para a Letónia).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; color: #008000;&quot;&gt;Vale a pena transitar?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Letónia pertence à zona euro, tem um fundo de garantia de depósitos semelhante ao nosso (100000€ por pessoa - pelo qual já estávamos abrangidos antes), logo questões cambiais não se põem, ao contrário do que acontecia há uns anos atrás.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim sendo, o que pesará mais será as rentabilidades que eles oferecem. E essas infelizmente são desapontantes. Os depósitos a 2 anos na Letónia são remunerados a 0,8%, uma taxa inferior à que conseguimos obter por cá. Desde há uns meses atrás as taxas do PrivatBank Portugal também já não eram as mais apetecíveis. No entanto, as condições dos depósitos a prazo constituídos antes dessa data mantêm-se. Quem conseguiu apanhar ainda taxas de 3.25% e superiores não as perderá na mudança.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por esse motivo, os maiores interessados em permanecer no banco serão os clientes com depósitos a longo prazo constituídos em inícios de 2014 e sobretudo em 2013. Lembro que até &lt;a title=&quot;Descida das taxas do PrivatBank&quot; href=&quot;http://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/4108.html&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;31 de Janeiro de 2013, o PrivatBank oferecia depósitos a prazo a 5 anos com taxa de 6%&lt;/a&gt;, depósitos esses que terminarão no início de 2018 para quem aplicou nessa altura.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Contactei o banco e fui informado que todos os titulares de depósitos a prazo ficam isentos de despesas de manutenção no PrivatBank Letónia. Apenas quem não possuir nenhum montante investido ficará sujeito a comissões. Transferir o capital para cá custa o preço de uma transferência na Zona Euro, que deve ficar em cerca de 50 cêntimos (dentro dos limites de transferência diários).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A meu ver, o maior senão será a possibilidade de comunicar com o banco em Português, uma vez que os atuais funcionários não mudam para a Letónia (ficam cá desempregados). Não está confirmado se o homebanking cotinuará disponível na nossa língua ou não. Quem não se sentir confortável a comunicar em Inglês poderá ser melhor terminar agora as relações com o banco. Os depósitos ativos são reembolsados sem qualquer penalização de juros. Para fechar definitivamente a conta é necessário primeiro enviar uma carta ou mensagem a pedir para terminar todos os DPs, transferir o dinheiro para outro banco, e depois enviar nova mensagem para encerrar a conta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem não se incomodar com a falta de comunicação em português pode deixar os seus depósitos irem até à maturidade. Agora que as taxas dos Certificados de Tesouro Poupança Mais estão bastante reduzidas, é muito complicado encontrar aplicações de capital garantido que consigam competir com os depósitos mais antigos. Caso as taxas de juro que o banco ofereça não sejam atrativas quando os depósitos terminarem (o que é o mais provável), será então uma boa altura para encerrar a conta de vez.&lt;/p&gt;</description>
  <comments>https://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/saida-do-privatbank-de-portugal-8996</comments>
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  <category>depósitos a prazo</category>
  <category>privatbank</category>
  <category>fundo de garantia de depósitos</category>
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  <pubDate>Mon, 17 Nov 2014 15:05:00 GMT</pubDate>
  <title>Administre-se financeiramente e evite “viver no limite” (Guest Post)</title>
  <author>ruicarlov</author>
  <link>https://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/administre-se-financeiramente-e-evite-8917</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;em&gt;Este artigo foi gentilmente escrito por Marcos Chaves e cedido por Vanessa Queiroz, colaboradores do site de &lt;a title=&quot;Emprestimo.org&quot; href=&quot;http://www.emprestimo.org/artigos&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Finanças Emprestimo.org&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;padding: 10px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-VX--n6XD1rY/UVC-sFXTNrI/AAAAAAAAAJU/gZc1AtUF5u4/s640/poupardinheiro.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;242&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Problemas financeiros são como uma bola de neve: iniciam-se como um pequeno probleminha e, quando nos damos conta, estão do tamanho de uma avalanche. Isso ocorre em uma relação de causa e efeito: a maioria dos indivíduos não se atém aos benefícios do planeamento financeiro e menospreza a administração financeira pessoal, de modo que ao encarar uma situação de emergência e se encontrar sem uma reserva de capital para cobrir uma despesa urgente, acaba enveredando pelo caminho mais difícil, como empréstimos em condições não muito favoráveis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na hora do desespero é difícil entender um contrato com clareza ou imaginar o impacto que todas aquelas taxas podem trazer ao orçamento. Como dissemos, recorrer a esse tipo de ferramenta é uma saída que não seria exatamente necessária, se o indivíduo tivesse um pouco mais de atenção pelo planeamento financeiro pessoal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #008000; font-size: 12pt;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Administre-se como uma empresa: poupe e aplique com inteligência&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma boa empresa se destaca, dentre outros fatores, pela sua capacidade de gerar lucro. Ao aplicar princípios e ideais de administração financeira empresarial no seu cotidiano, a tendência é caminhar rumo a uma situação de tranquilidade financeira para qualquer tipo de situação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, considere, por exemplo, que qualquer empresa, pela Lei de Sociedades, precisa reservar parte de seu património e lucro como uma reserva de capital para minimizar o risco de uma “quebra”. De igual forma, a empresa também aplica o seu lucro líquido, em parte ou no todo, em investimentos que busquem aumentar o património da sociedade, permitindo sua expansão e um lucro maior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Podemos correlacionar, então, duas ideias-base da administração financeira empresarial que você pode aplicar na sua administração financeira pessoal:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Poupar: adquirir o hábito da poupança permite que construa uma reserva de capital tanto para os momentos de urgência (como intervenções médicas e reparos no automóvel) quanto para os momentos em que se queira permitir um “luxo”, como 15 dias de férias à beira da praia. Além disso, essa reserva confere-lhe a tranquilidade necessária para, se quiser, deixar o seu emprego atual sem medo de não conseguir pagar as contas enquanto procura uma nova ocupação.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://www.investimentos.org&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Investir:&lt;/a&gt; dinheiro parado, a longo prazo, é dinheiro perdido, pois a inflação tende a mitigar o valor da moeda (faça uma lista de coisas que pode comprar hoje com 30€ e repita esse processo daqui a um ano). Assim, investir parte ou todo o capital excedente permite-lhe “fazer o dinheiro trabalhar por si”. Existem inúmeras formas de investimento disponíveis, como imóveis, &lt;a title=&quot;Certificados de Tesouro&quot; href=&quot;http://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/7312.html&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;títulos públicos&lt;/a&gt;, compra de ações na Bolsa de Valores, etc.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #008000; font-size: 12pt;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Controle o ímpeto consumista&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Muitas vezes, o endividamento pode ser fruto de um ímpeto incontrolável pelo consumo, e reduzir seus anseios por uma nova TV, um novo carro, um novo isto ou aquilo também certamente acarretará um impacto extremamente positivo no seu orçamento. Quando pensar em adquirir um novo bem, pergunte-se: “Eu preciso realmente disso?” Ao analisar esse contexto de maneira mais ampla, talvez consiga rever suas prioridades de consumo, poupar mais, aplicar seu dinheiro em algo rentável e, assim, caminhar para um cenário de estabilidade financeira e bem-estar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Fonte da imagem: &lt;/strong&gt;poupadorbrasil.com.br&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 09 Nov 2014 14:13:00 GMT</pubDate>
  <title>Depósitos a prazo - A situação atual</title>
  <author>ruicarlov</author>
  <link>https://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/depositos-a-prazo-a-situacao-atual-8477</link>
  <description>&lt;p&gt;As taxas dos depósitos a prazo têm vido a ser cada vez mais espremidas. A remuneração obtida por deixarmos o nosso dinheiro nestes produtos de baixo risco é cada vez menor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Atualmente é em muitos casos mais vantajoso investir em produtos como os certificados de aforro, para o curto prazo, e &lt;a title=&quot;Certificados de tesouro poupança mais&quot; href=&quot;http://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/7312.html&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;certificados de tesouro poupança mais&lt;/a&gt;, para o longo prazo. No entanto, como produtos de dívida do estado, não é conveniente meter todos os ovos nesse cesto (ou em nenhum único cesto, para ser mais preciso).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O melhor depósito a prazo acessível a qualquer pessoa continua a ser o do PrivatBank a 1 ano, que continua a pagar 3.25% TANB. Infelizmente esta taxa vai baixar para 2.25%, por volta de dia 14 deste mês. Como este depósito admite reforços a qualquer altura, penso ser uma boa oportunidade para constituir um pequeno DP (mínimo 100€), para garantir uma boa taxa pelos próximos 12 meses.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De resto, as melhores taxas continuam a ser oferecidas apenas a novos clientes. Mas mesmo assim nem todos os depósitos são igualmente vantajosos. Muitas vezes os mais mediáticos (p. ex.o  Novo Banco) não são os mais rentáveis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem lidera atualmente a tabela é o &lt;a title=&quot;Depósito a Prazo Já&quot; href=&quot;https://www.bancobest.pt/ptg/best_deposito-novos-clientes&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Banco Best, com 3.75% a 3 meses&lt;/a&gt; e pagamento de juros no início do depósito. Em 2º lugar vem o GoBulling (que faz parte do Banco Carregosa) com &lt;a title=&quot;Depósito GoBulling Bem-Vindo&quot; href=&quot;https://www.bancocarregosa.com/gobulling/pt/produtos/dp-gobulling-bem-vindo/&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;3,33% a 3 meses&lt;/a&gt;. Em 3º temos um banco que começou a trabalhar com clientes particulares há pouco tempo, &lt;a title=&quot;Depósito Boas Vindas Banco Privado Atlântico&quot; href=&quot;http://www.atlantico.eu/homepage/particulares/Contas/deposito-a-prazo/dep%C3%B3sito-boas-vindas.html&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;o Banco Privado Atlântico, que oferece 3.25%&lt;/a&gt;. Os mínimos de investimento vão de 2500€ (Best) até 5000€ (restantes). Bancos como o BIG e o Activo também têm depósitos promocionais a 3 meses, mas com taxas de 3% ou inferiores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O problema destes depósitos é que duram apenas 3 meses e, terminados estes, as taxas praticadas são bastante mais baixas. Por esse motivo, dou preferência a depósitos promocionais de maior duração, ainda que com uma taxa ligeiramente inferior. É o caso dos bancos Invest e &lt;a title=&quot;Depósitos a prazo Finantia&quot; href=&quot;http://www.finantia.pt/banca-privada/depositos-a-prazo/entity/depositos-a-prazo&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Finantia&lt;/a&gt;, cujos depósitos para novos clientes vão até 2 e 3 anos, respetivamente, com uma taxa de 3%. Embora o Finantia exija 50000€, o Invest é bem mais acessível, a partir de 2000€ (5000€ para 1ª abertura de conta). Este &lt;a title=&quot;DP Invest Choice Novos Depósitos&quot; href=&quot;http://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/7595.html&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;DP Invest Choice Novos Depósitos é o mesmo que já aqui foi falado&lt;/a&gt;, apenas com uma taxa inferior à anterior. Isto quer dizer que clientes mais antigos continuam a poder beneficiar deste DP desde que tenham depositado no banco novos capitais desde 26 de Agosto deste ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com as taxas de juro europeias em mínimos históricos e sem previsões de subida, investir em DPs de longo prazo continua a parecer mais interessante do que nos de curto prazo. PrivatBank e Invest continuam assim a ser os bancos do momento com propostas mais aliciantes, apesar do cenário bastante mais fraco do universo dos depósitos a prazo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma lista mais alargada dos depósitos a prazo em vigor pode ser consultada &lt;a title=&quot;Observar - Simulação de depósitos a prazo&quot; href=&quot;http://www.observar.pt/index.php?RR=publico/SimInvest.php&amp;amp;Tp=101&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</description>
  <comments>https://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/depositos-a-prazo-a-situacao-atual-8477</comments>
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  <category>poupanças</category>
  <category>certificados tesouro</category>
  <category>invest</category>
  <category>privatbank</category>
  <category>depósitos a prazo</category>
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  <guid isPermaLink='true'>https://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/cartoes-pre-pagos-8356</guid>
  <pubDate>Wed, 26 Feb 2014 22:28:49 GMT</pubDate>
  <title>Cartões pré-pagos</title>
  <author>ruicarlov</author>
  <link>https://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/cartoes-pre-pagos-8356</link>
  <description>&lt;p&gt;No meu último post falei de como se pode poupar usando &lt;a title=&quot;Poupar com cartões de crédito&quot; href=&quot;http://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/poupar-com-cartoes-de-credito-8129&quot; target=&quot;_self&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;cartões de crédito&lt;/a&gt;. Hoje pretendo abordar o que são cartões bancários pré-pagos e qual a sua utilidade. De entre os vários cartões do mercado, destaco três que não têm anuidades e que permitem poupar dinheiro se usados em combinação com alguns cartões de crédito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #339966; font-size: medium;&quot;&gt;Como funcionam os cartões pré-pagos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como o nome indica, os cartões pré-pagos são cartões bancários que carregamos com dinheiro antes de os podermos utilizar. De certa forma são o oposto dos cartões de crédito, nos quais se gasta primeiro e se paga depois. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para utilizarmos um cartão pré-pago, carrega-se no cartão um certo montante, que pode depois ser utilizado em todas as operações que o cartão permita: pagamentos em redes Multibanco, pagamentos em rede Visa/Mastercard, pagamentos de serviços, levantamentos, transferências interbancárias, etc.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os modos de carregamento mais usuais são pagamento no homebanking do banco a que o cartão está associado, transferência bancária ou pagamento de compras/serviços com indicação de entidade e referência. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este último modo é bastante interessante, já que, se o carregamento for feito através de cartões de crédito que deem &lt;em&gt;cashback&lt;/em&gt; nas operações multibanco (p. ex.  Deco/Unicre), estamos a beneficiar de um desconto indireto sobre todas as operações que fizermos com o cartão pré-pago.&lt;br /&gt;Dando um exemplo mais concreto: imaginemos que vamos comprar um artigo de 20€ à loja X, mas sabemos que o comerciante só aceita numerário. Se carregarmos um cartão pré-pago com os 20€ através de um cartão de crédito que dê 1% de cashback, levantando de seguida esse montante com o pré-pago, estamos a poupar 20 cêntimos, já que pagamos os 20€ ao comerciante, mas a conta do cartão de crédito vai ser apenas 19,80€, devido ao &lt;em&gt;cashback&lt;/em&gt;. Ou seja, beneficiamos do mesmo desconto de 1% que teríamos se o comerciante aceitasse cartão de crédito logo à partida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E quem fala em lavantamentos, fala também em pagamentos em terminais multibanco e pagamentos por transferência interbancária. O limite aqui é o tipo de operações que o cartão permite fazer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #339966;&quot;&gt;Cartões pré-pagos sem anuidade&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se o objectivo é poupar, naturalmente que os cartões mais indicados são aqueles que não têm anuidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aqui estão 3 cartões que cumprem esse requisito:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a title=&quot;Cartão Boost by Activo&quot; href=&quot;http://www.activobank.pt/Pages/BOOST.aspx&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Cartão Boost&lt;/a&gt; - Este cartão está disponível para clientes do ActivoBank entre os 18 e 30 anos de idade. Não tem anuidade e o banco não cobra despesas de manutenção, sendo uma boa solução para o pessoal jovem. O carregamento pode ser feito no homebanking do Activo ou por referência multibanco. O cartão permite fazer compras nas redes Multibanco e Visa, para além de pagamentos de serviços e levantamentos nos ATMs. Os carregamentos têm um mínimo de 5€ e um máximo diário de 2500€. A principal desvantagem deste cartão é o limite de idade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;https://www.montepio.pt/SitePublico/pt_PT/particulares/cartoes/pre-pago.page?prodcode=0552&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://www.montepio.pt/iwov-resources/SitePublico/imagens/pt_PT/cartoes/pre-pago/montepio-cartao-pre-pago-150-120.jpg&quot; alt=&quot;Cartão Pré-pago Montepio&quot; width=&quot;138&quot; height=&quot;110&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a title=&quot;Cartão pré-pago Montepio&quot; href=&quot;https://www.montepio.pt/SitePublico/pt_PT/particulares/cartoes/pre-pago.page?prodcode=0552&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Cartão Pré-pago Montepio&lt;/a&gt; - Não tem limite de idade, mas implica ter conta no Montepio e tem uma taxa de emissão de 6€. Não tem anuidade. O limite mínimo de carregamento é de 10€. O saldo máximo no cartão é de 1500€ se o cartão for personalizado, ou 150€ em caso contrário. Os métodos de carregamento e operações disponíveis são semelhantes aos do Boost. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;https://www.bes.pt/sitebes/cms.aspx?plg=85787db0-85fe-44f3-86af-c163b1160ae8&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://bp3.blogger.com/_0umscNikkmE/SCx9Bodb0UI/AAAAAAAAGUw/XbuhzukP3DA/s400/cart%C3%A3o+sele%C3%A7%C3%A3o.jpeg&quot; alt=&quot;Cartão Seleção Nacional&quot; width=&quot;158&quot; height=&quot;75&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #800000;&quot;&gt;[Atualização] - Este cartão está descontinuado devido à mudança para o Novo Banco, e os cartões em criculação deixarão de funcional no final de Dezembro de 2014.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a title=&quot;Cartão Seleção Nacional&quot; href=&quot;https://www.bes.pt/sitebes/cms.aspx?plg=85787db0-85fe-44f3-86af-c163b1160ae8&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Cartão Selecção Nacional&lt;/a&gt; - Este cartão é possivelmente o melhor pré-pago do mercado, já que não tem qualquer custo nem limite de idade. Está associado ao BES, resultando de uma parceria entre este e a Federação Portuguesa de Futebol, mas nem sequer é necessário de abrir conta no banco. Aceita ser carregado por referência multibanco e também por transferência bancária, já que lhe fica associado um NIB. O mínimo de carregamento é de 5€ e o máximo diário é de 400€ (via pagamento de compras/serviços). Por transferência não há esse limite, mas demora mais tempo até o dinheiro ser creditado no cartão. A nível de funcionalidades, permite fazer tudo o que os outros dois cartões acima mencionados fazem, para além de possibilitar fazer transferências interbancárias em ATMs. Para quem quiser, pode ser convertido em cartão de crédito, mas essa opção é de pouca utilidade para esta estratégia de poupança.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Resumindo, tendo estes cartões a trabalhar em equipa com cartões com &lt;em&gt;cashback&lt;/em&gt;, é possível conseguir poupar num leque ainda mais alargado de compras, muito para além do que se consegue apenas nas redes Visa/Mastercard. Com exceção de débitos diretos, usando o cartão da Selecção (que é o mais completo) praticamente é possível tudo ser pago e usufruir de desconto (contas de luz, internet, telemóvel, impostos, segurança social e até compras em lojas de chineses). E em época de crise, ter pelos menos 1% de desconto sobre tudo o que se gasta é uma boa ajuda para fazer esticar o dinheiro. &lt;/p&gt;</description>
  <comments>https://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/cartoes-pre-pagos-8356</comments>
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  <category>cartões bancários</category>
  <category>poupanças</category>
  <category>pré-pagos</category>
  <category>cartões de crédito</category>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>https://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/poupar-com-cartoes-de-credito-8129</guid>
  <pubDate>Wed, 05 Feb 2014 17:10:27 GMT</pubDate>
  <title>Poupar com cartões de crédito - cashback</title>
  <author>ruicarlov</author>
  <link>https://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/poupar-com-cartoes-de-credito-8129</link>
  <description>&lt;p&gt;Os cartões de crédito são muito utilizados nos dias que correm, mas uma grande parte da população usa-os como forma de adiar pagamentos e/ou comprar coisas que de outra forma não poderia adquirir. Devido aos juros que se pagam por recorrer ao crédito, estes cartões são muitas vezes ferramentas sugadoras de dinheiro. Mas, na verdade, com uma escolha cuidadosa e com uma utilização inteligente, os cartões de crédito podem ser uma boa maneira de poupar dinheiro. Como?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Alguns cartões no mercado têm programas de recompensas para quem os utilize: oferecem pontos trocáveis por vales ou artigos, milhas para viajar, ou reembolsam dinheiro na conta cartão (vulgarmente chamado &lt;em&gt;cashback&lt;/em&gt;).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É sobre esta última modalidade que me vou debruçar.&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/ruicarlov/fotos/?uid=iZCYl4QVnm25OGKDfHPb&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/B1015e352/16557836_Z3e7W.jpeg&quot; alt=&quot;Poupar com cartões de crédito&quot; width=&quot;276&quot; height=&quot;196&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium; color: #339966;&quot;&gt;Cartões com cashback&lt;span&gt; só &lt;/span&gt;nas redes Visa/Mastercard/American Express&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os cartões que têm vertente só de crédito permitem apenas fazer compras em locais onde sejam aceites redes Visa, Mastercard ou American Express. Em lojas onde só seja aceite a rede Multibanco não se pode utilizar este tipo de cartões. Também nas caixas automáticas geralmente não se consegue fazer pagamentos com eles. Ou então, caso se consiga, o gasto não é contabilizado para efeitos de &lt;em&gt;cashback&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Regras  para poupar com estes cartões:&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;Pagar sempre os extratos a 100%. Desse modo, nunca se paga juros sobre as compras.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Verificar se não têm anuidades, ou se é possível isentá-las. Se não houver anuidade, tanto melhor. Mas alguns cartões devolvem a anuidade se for feito um determinado valor de compras por ano/mês.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Olhar para a percentagem de devolução de compras. Os descontos podem ir desde 0.5% até 5%. O desconto é normalmente devolvido para o saldo do cartão no mês a seguir ao que as compras foram feitas.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;Na verdade, não há um único cartão de crédito melhor que todos os outros: os que devolvem maior % podem exigir contas em alguns bancos ou montante elevado de compras, ao passo que os que não têm anuidades têm plafonds ou percentagens de devolução mais pequenos. A escolha deve ser feita com base nos hábitos de comsumo de cada um.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;Cartões sem anuidade:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://www.e-affinitycard.net/pt/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://www.citibank.com/greece/consumer/en/news/images/affinity.jpg&quot; alt=&quot;Affinity Card&quot; width=&quot;150&quot; height=&quot;95&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a title=&quot;Affinity Card&quot; href=&quot;http://www.e-affinitycard.net/pt/&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Affinity Card &lt;/a&gt;- Não necessita de abrir conta em nenhum banco, pois pertence ao grupo Inditex (Zara, Pull&amp;Bear, MaximoDutti, etc.), tendo dois plafonds: um para gastar apenas nas lojas do grupo, até 600€, e outro para compras em qualquer estabelecimento que aceite Mastercard, até 200€. Devolve 1% do valor das compras. Considero este o cartão de eleição para quem faça poucas compras. Como não tem anuidade e tem desconto de 1% durante todo o ano sem limites superiores (para além do plafond do cartão), é um bom &quot;todo-o-terreno&quot;. Alerto apenas para o facto de quem faz o pagamento por débito direto ter de ir todos os meses ao site para mudar a forma de pagamento para 100%. No entanto, se o pagamento for feito por multibanco isso não é problema, pois pode-se pagar o valor que se quiser entre 5% e 100% da dívida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://ind.millenniumbcp.pt/pt/Particulares/Cards/Pages/crt_amex_blue.aspx&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;https://www.swedbank.ee/img/private/d2d/cards/credit/allCards/card-amex-blue.jpg&quot; alt=&quot;American Express Blue&quot; width=&quot;148&quot; height=&quot;106&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a title=&quot;American Express Blue&quot; href=&quot;http://ind.millenniumbcp.pt/pt/Particulares/Cards/Pages/crt_amex_blue.aspx&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;American Express Blue&lt;/a&gt; - Apesar de estar associado ao Millenium, também não é necessário abrir conta neste banco. Pertence à rede American Express, o que faz com que seja aceite em menos lugares do que os cartões Visa/Mastercard. Mas é aceite na maior parte dos hipermercados e em várias lojas, incluindo farmácias, lojas dietéticas (Celeiro) e outros estabelecimentos que tenham o dístico American Express afixado. O cashback não existe todo o ano. Geralmente em Março de cada ano é lançada uma campanha em que todas as compras de Março até Dezembro têm um desconto de 5%, devolvendo um máximo de 100€. Isto quer dizer que o máximo do cashback é atingido quando se fazem 2000€ de compras. No entanto, apesar de isto ter sido assim nos anos anteriores, não há garantias que se repita este ano, logo convém estar alerta para ver há &lt;em&gt;cashback&lt;/em&gt; ou não.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Cartões com anuidade ou possibilidade de isenção desta:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;https://www.cgd.pt/Particulares/Gerir-Dia-a-Dia/Cartoes/Cartoes-Credito/Made-by/Pages/Made-by-Programas-Lealdade.aspx&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;https://www.cgd.pt/mobile/MobileAPPs/PublishingImages/webservices/Simulador-Made-by/img/cartao.png&quot; alt=&quot;Cartão personalizável Made By&quot; width=&quot;151&quot; height=&quot;113&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a title=&quot;Cartão Made By&quot; href=&quot;https://www.cgd.pt/Particulares/Gerir-Dia-a-Dia/Cartoes/Cartoes-Credito/Made-by/Pages/Made-by-Programas-Lealdade.aspx&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Cartão Made By&lt;/a&gt; - Este cartão pertence à Caixa Geral de Depósitos e é necessário ter conta lá. Tem mensalidade de 1 ou 2€ consoante os atributos escolhidos para o cartão (é personalizável). Não se paga mensalidade se se fizer 250€ de compras por mês. O &lt;em&gt;cashback&lt;/em&gt; é atribuído com base em escalões, ou seja, para gastos menores que 1000€, o &lt;em&gt;cashback&lt;/em&gt; é de 0.5%; entre 1000€ e 3000€ dá 0.75%; mais que 3000€ dá 1%. Devolve um máximo de 50€ por mês (5000€ de compras). Este cartão é uma variante mais fraca do Caixa Classic, que devolve até 3% das compras, também divididas por escalões. Infelizmente as novas subscrições do Caixa Classic já não trazem &lt;em&gt;cashback,&lt;/em&gt; logo este é o único que resta com benefício. Um ponto positivo é que os cartões da Caixa podem ser carregados com mais saldo e ultrapassar o plafond definido no cartão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a title=&quot;Cartão American Express Gold&quot; href=&quot;https://www.bancobest.pt/ptg/start.swe?SWECmd=InvokeMethod&amp;amp;SWEMethod=GotoContainerView&amp;amp;SWEService=BEST+Product+Context&amp;amp;CodDoc=CCREDITO024&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Cartão American Express Gold&lt;/a&gt; - Como pertence à rede American Express tem as mesmas limitações do Blue, no aspeto em que menos lojas aceitam American Express. O Gold está disponível no Banco Best e devolve 1% de todas as compras efetuadas a crédito (havendo a opção de receber milhas para viajar em vez de saldo na conta). Embora o cartão funcione também na rede Multibanco, as compras realizadas por esse sistema não contam para efeitos de cashback. A anuidade do cartão é de 40€, mas no 1º ano é devolvida. Infelizmente, nos anos seguintes não há forma de isentar desta anuidade, pelo que o &lt;em&gt;cashback&lt;/em&gt; deixa de ser vantajoso face ao custo anual. Logo, nas condições atuais, só há vantagem em usar este cartão durante o 1º ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #339966; font-size: medium;&quot;&gt;Cartões com cashback nos pagamentos em ATM e cartões dual&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Alguns cartões de crédito, para além de darem cashback nos casos acima descritos, possibilitam também beneficiar com os pagamentos feitos nos terminais multibanco, em operações como pagamentos de luz, gás, água, impostos, segurança social e tudo o que apresente uma referência multibanco como opção de pagamento. Isso inclui também extratos de outros cartões de crédito. Esta possibilidade é uma grande mais-valia, pois permite poupar num leque ainda mais alargado de pagamentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a title=&quot;Cartão Deco Unicre&quot; href=&quot;http://www.deco.proteste.pt/dinheiro/cartoes-credito/vantagens-negociadas/cartao-credito-deco-proteste-unicre&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/Bc1159308/16558231_tZam9.png&quot; alt=&quot;Cartão Deco Unicre&quot; width=&quot;139&quot; height=&quot;84&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a title=&quot;Cartão Deco/Unicre&quot; href=&quot;http://www.deco.proteste.pt/dinheiro/cartoes-credito/vantagens-negociadas/cartao-credito-deco-proteste-unicre&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Cartão Deco/Unicre&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt; &lt;/span&gt;- Este cartão não tem anuidades, mas implica ser sócio da Deco, cuja anuidade sem assinatura de revistas ronda os 8-9€. Mas a possibilidade de ter 1% de desconto em todas as compras sem limite máximo de cashback faz dele um ótimo cartão para usar em conjunto com algum dos cartões acima referidos. Uma vez que os extratos dos cartões podem ser pagos por multibanco, consegue-se um desconto adicional de 1%. Exemplificando: fazendo 100€ em compras com o Affinity Card, é necessário pagar apenas 99€ (1% de desconto do Affinity). Mas pagando o extrato com o da Deco, obtém-se mais 1% de desconto sobre esses 99€, pagando no final 98,01€. Ou seja, aproximadamente 2% de desconto. Para além disso, o saldo do cartão Deco pode ser reforçado a partir de uma conta à ordem, pagando-se o que se quiser mesmo que o plafond atribuído não seja muito grande.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://www.santandertotta.pt/pagina/content/0,1564,699_34521_1_1_673_4_0,00.html&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/B4201c38a/16558262_iDZnD.jpeg&quot; alt=&quot;cartão desconto Santander&quot; width=&quot;134&quot; height=&quot;85&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a title=&quot;Cartão desconto Santander&quot; href=&quot;http://www.santandertotta.pt/pagina/content/0,1564,699_34521_1_1_673_4_0,00.html&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Cartão Desconto Santader&lt;/a&gt; - A devolver 5% das compras sem limite, a oferta deste cartão parece a mais aliciante de todas, aliada ao facto poder ser utilizado não só para pagamentos em ATMs como também em lojas que só aceitem rede Multibanco - cartão dual. No entanto, é necessário ter conta no Santander, havendo despesas de manutenção de conta para quem tiver lá pouco dinheiro depositado. O cartão tem anuidade, mas pode ser isentada com compras anuais maiores que 600€. O maior desafio à utilização deste cartão é que o cashback só é creditado quando se paga apenas 50% do saldo do cartão. Isto que dizer que o saldo restante fica sujeito ao pagamento de juros. Para uma utilização mensal regular do cartão, o valor ganho com o cashback é superior ao valor pago em juros, conseguindo-se em média descontos líquidos na ordem dos 2-3%. Mas é necessário manter um bom controle da utilização do cartão, para saldar a dívida a 100% se por acaso nalgum mês o montante de juros for maior do que o benefício. Isto pode acontecer se o volume de compras num par de meses for muito reduzido face ao que foi feito no mês anterior. Para ajudar na matemática, &lt;a title=&quot;Ganhar dinheiro com o cartão desconto Santander&quot; href=&quot;http://www.produtosbancarios.com/cartao-desconto-santander-totta-ganhar-dinheiro/&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;recomendo este artigo&lt;/a&gt;, que dá exemplos de contas e tem um ficheiro excel para download que calcula tudo isto. A principal desvantagem desde cartão face ao da Deco é que se está limitado ao plafond do cartão, e se este não for muito elevado é facil ficar sem saldo disponível, já que para além dos gastos do mês se tem também os 50% do mês anterior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;https://www.bancobest.pt/ptg/start.swe?SWECmd=InvokeMethod&amp;amp;SWEMethod=GotoContainerView&amp;amp;SWEService=BEST%20Product%20Context&amp;amp;CodDoc=IS003&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://observar.pt/Imagens/best%20isavings.jpg&quot; alt=&quot;Cartão iSavings Black&quot; width=&quot;139&quot; height=&quot;92&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a title=&quot;Cartão iSavings Black&quot; href=&quot;https://www.bancobest.pt/ptg/start.swe?SWECmd=InvokeMethod&amp;amp;SWEMethod=GotoContainerView&amp;amp;SWEService=BEST%20Product%20Context&amp;amp;CodDoc=IS003&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Cartão iSavings Black&lt;/a&gt; - O cartão em si não oferece &lt;em&gt;cashback&lt;/em&gt;, logo é um pouco de batota colocá-lo aqui. Mas há uma razão para eu o mencionar: é que é muito bom para funcionar em equipa com o cartão da Deco, já que o ponto fraco do último é que não funciona nos terminais multibanco das lojas. O iSavings é um cartão dual, logo tanto os gastos na rede Visa como na rede multibanco ficam no saldo da conta cartão. Se este for pago com o cartão da Deco, equivale a termos na mesma 1% de desconto. Como nem o banco Best nem o iSavings têm custos de manutenção/anuidade, é uma solução mais simples e acessível do que o cartão do Santander para conseguir poupar dentro da rede multibanco.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta lista não incluí aqueles que oferecem cashback apenas em alguns locais, como supermercados ou vales de desconto em lojas específicas. Mas já agora aproveito para mencionar que o cartão &lt;a title=&quot;Cartão BPI Universo&quot; href=&quot;https://www.universo.pt/pagina.asp?pn=1&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;BPI Universo&lt;/a&gt; (com anuidade) dá 1% de desconto em vales que podem ser usados por exemplo no Continente, e o cartão &lt;a title=&quot;Cartão Black Cetelem&quot; href=&quot;https://www.cetelem.pt/cartoes/cartao-de-credito-black.html&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Black de Cetelem&lt;/a&gt;, que oferece 3% para as compras em alguns supermercados, hipermercados, gasolineiras e restaurantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com este artigo, espero ter mostrado como é possível poupar em imensas coisas através do uso de cartões. Só é pena isto não abranger situações onde se tenha de pagar por cheque, débito direto, transferência interbancária ou em dinheiro....&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;.... ou pelo menos era que o eu pensava até há pouco tempo. Na realiade há formas de conseguir poupar nas duas últimas situações. As palavras-chave são &quot;cartões pré-pagos&quot;. Mais isso fica para o próximo artigo.&lt;/p&gt;</description>
  <comments>https://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/poupar-com-cartoes-de-credito-8129</comments>
  <lj:replycount>30</lj:replycount>
  <category>multibanco</category>
  <category>cartões de crédito</category>
  <category>poupanças</category>
  <category>cartões bancários</category>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>https://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/englobamento-para-o-irs-de-2013-entrega-7787</guid>
  <pubDate>Sat, 25 Jan 2014 17:30:54 GMT</pubDate>
  <title>Englobamento para o IRS de 2013 (entrega em 2014)</title>
  <author>ruicarlov</author>
  <link>https://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/englobamento-para-o-irs-de-2013-entrega-7787</link>
  <description>&lt;p&gt;Aproxima-se o fim de Janeiro, e com ele o prazo para pedir aos bancos as declarações de rendimentos de capitais. Para quem não sabe o que é o englobamento e como pode tirar partido dele, &lt;a title=&quot;Englobamento de rendimentos de capitais&quot; href=&quot;http://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/3851.html&quot; target=&quot;_self&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;o artigo do ano passado explica o essencial&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com o artigo deste ano pretendo realçar algumas diferenças para 2014 e esclarecer algumas dúvidas que têm surgido com frequência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/ruicarlov/fotos/?uid=diILAQylJud1V9DQoSO1&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/B8901bde5/16533541_iGlQZ.png&quot; alt=&quot;Englobamento de 2012 vs 2013&quot; width=&quot;467&quot; height=&quot;362&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #339966; font-size: medium;&quot;&gt;Escalões de rendimentos e taxas liberatórias&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aviso desde já que a quantidade de pessoas que pode beneficiar do englobamento este ano será drasticamente reduzido face ao ano anterior. Isto porque o número de escalões de rendimento foi reduzido para 5 e as taxas de IRS de cada escalão aumentaram. Mesmo com a taxa liberatória a 28%, as pessoas cujo rendimento coletável caia no 2º escalão não terão benefícios com o englobamento. Desempregados e bolseiros continuam a ser algumas das poucas pessoas que podem aproveitar esta oportunidade, já que os seus rendimentos continuam a não ser declaráveis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As novas tabelas são as seguintes:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;table align=&quot;center&quot;&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Rendimento Coletável (€)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;Taxa Normal (%)&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Taxa Média (%)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;Dedução Máxima à Colecta&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Até 7 000&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;14,50&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;14,50&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;Sem Limite&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;De 7 000 até 20 000&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;28,50&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;23,60&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;1250&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;De 20 000 até 40 000&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;37,00&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;30,30
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;1000&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;De 40 000 até 80 000&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;45,00&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;37,65&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;500&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Mais de 80 000&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;48,00&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;0&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como a taxa normal (marginal) do 2º escalão é 0,5% superior à taxa liberatória, acrescida da sobretaxa de 3,5% para rendimentos acima do ordenado mínimo nacional, só quem tenha rendimentos coletáveis até 7000€ é que deve pensar em englobar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium; color: #339966;&quot;&gt;Algumas hipotéticas dúvidas pertinentes&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Eu ganho 10000€ por ano. Isso quer dizer que não devo englobar?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma confusão que quero esclarecer é que rendimento bruto não é o rendimento coletável. O rendimento coletável calcula-se pegando nos rendimentos brutos de cada categoria (trabalho por conta de outrem, trabalho independente, pensões, rendimentos prediais, etc..) e subtraindo-lhe as respectivas deduções específicas. Existem várias deduções específicas para cada categoria (&lt;a title=&quot;Deduções específicas IRS 2013&quot; href=&quot;http://www.pwc.pt/pt/guia-fiscal/2013/irs/deducoes-especificas.jhtml&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;lista completa aqui&lt;/a&gt;), mas as mais relevantes para um pensionista ou trabalhador por conta de outrem são os 4104€ que correspondem a 72% do rendimento mínimo garantido aplicado aos 12 meses. Isto quer dizer que quem ganhe 10000 tem de subtrair 4104, ficando com 5896€ de rendimento coletável, logo está no 1º escalão e compensa englobar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Estou no 1º escalão e tenho mais-valias de ações. Como não houve taxa liberatória aplicada, devo englobar?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Antes de mais, recordo que uma pessoa só declara mais valias de ações/obrigações este ano se as vendeu durante 2013. Ações que ainda estejam na sua posse, mesmo que tenham subido de valor, não são mais-valias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As mais valias de ações e obrigações (vendidas antes da maturidade) não têm taxa liberatória aplicada na altura da venda. O acerto de contas é feito na declaração de IRS, preenchendo o anexo G (mais-valias). Se uma pessoa não optar pelo englobamento, essas mais valias são taxadas a 28%. Estando no primeiro escalão, ao englobar será aplicada uma taxa menor, a partir de 14,5%. Logo englobar é vantajoso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Tive mais-valias de obrigações por irem até à maturidade e menos valias de venda de ações. Posso somá-las?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não é possível subtrair rendimentos de anexo G a rendimentos de anexo E. Depósitos a prazo e reembolso de obrigações &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;NA&lt;/span&gt; maturidade são rendimentos de capitais (anexo E). Mais valias de ações e obrigações vendidas &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;ANTES&lt;/span&gt; da maturidade são anexo G. Logo as menos-valias de ações só poderiam ser subtraídas às mais-valias de obrigações caso estas não tivessem ido até à maturidade. Pela mesma razão, menos-valias também não podem ser deduzidas aos rendimentos de depósitos a prazo e similares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Não tenho rendimentos de trabalho, mas tive um ano excelente com juros e mais valias e ganhei 20000€. Devo englobar?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando não há outro tipo de rendimentos senão de capitais e mais-valias, é vantajoso englobar, mesmo estando no 2º escalão, pois o que passa a interessar é a taxa média de IRS. Em 20000€, os primeiros 7000€ são taxados a 14,5%, enquanto que os restantes 13000€ são taxados a 28,5%. Em média, os 20000€ são taxados a 23,6%, que é inferior à taxa liberatória. É claro que há a sobretaxa a considerar, mas mesmo assim compensa. Se fossem apenas 10000€ de ganhos, só 3000€ seriam taxados a 28,5%, o que daria uma taxa média ainda menor, logo uma vantagem maior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;O meu banco disse-me que me &lt;/em&gt;&lt;em&gt;cobrava por emitir a declaração de rendimentos. E que se a pedisse era obrigado a englobar. Estava correto?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Infelizmente muitos funcionários estão mal-informados a respeito do tema. Dentro dos prazos legais (até 31 de Janeiro) os bancos são obrigados a fornecer essas declarações a residentes em Portugal que tenham tido rendimentos de capitais no Banco. Se alguém do outro lado do balcão ficar a olhar como boi para palácio, podemos mencionar o artigo 119, número 3 do Código do IRS.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;O englobamento só é considerado válido a partir do momento em que preenchemos a declaração do IRS e enviamos os papéis dos bancos às Finanças. Se não os enviarmos, eles nem sequer consideram esses rendimentos e somos taxados como se não quiséssemos englobar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
  <comments>https://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/englobamento-para-o-irs-de-2013-entrega-7787</comments>
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  <category>depósitos a prazo</category>
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  <pubDate>Mon, 09 Dec 2013 14:00:02 GMT</pubDate>
  <title>Invest Choice Novos Depósitos - duração alargada</title>
  <author>ruicarlov</author>
  <link>https://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/7595.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Nesta altura em que as taxas dos depósitos a prazo são apenas uma sombra do que eram há um ano atrás, as melhores ofertas são encontradas em depósitos com condições bastantes restritivas. Desde depósitos para novos clientes de curta duração (BEST 4% - duração 90 dias), domiciliação de vencimento (&lt;a title=&quot;Depósito Ordenado&quot; href=&quot;http://www.bancopopular.pt/portugal/depositos/a-prazo/depositoordenado.htm&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Depósito Ordenado do Banco Popular&lt;/a&gt;), abertura de conta jovem (&lt;a title=&quot;Eu Poupo Banco Popular&quot; href=&quot;http://www.bancopopular.pt/portugal/depositos/a-prazo/eupoupo/eupoupo.htm&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Eu Poupo do Banco Popular&lt;/a&gt;), ou exigência de capitais elevados (Depósitos do Finantia - mínimo de 50.000€).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um dos depósitos mais acessíveis ainda tem sido o Invest Novos Depósitos. O modo de funcionamento deste DP mantém-se &lt;a title=&quot;Invest Novos Depósitos&quot; href=&quot;http://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/1694.html&quot; target=&quot;_self&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;dentro dos mesmos moldes já mencionados&lt;/a&gt;. Uma pessoa pode constituir este depósito com novos capitais no banco, em que &quot;novos capitais&quot; é novo dinheiro no banco face a uma data XX-XX-XXXX. Uma vez que essa data vai sendo mudada periodicamente, é possível constituir vários depósitos deste tipo ao longo do tempo (com um máximo de 75.000€ no total), o que não acontece com os depósitos do BEST ou do BiG, que são estritamente para novos clientes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A alteração mais recente a este DP permite escolher o prazo de investimento. Já não estamos limitados a 1 ano, podendo optar por 3, 6, 12 e 24 meses. A meu ver esta nova flexibilidade é muito interessante. Gosto sobretudo da opção de 24 meses. Já tenho discutido aqui que as taxas de juro deverão manter-se baixas ou baixar ainda mais nos próximos tempos, logo há interesse em assegurar uma boa taxa pelo maior período de tempo possível. E garantir 3.5% durante 2 anos não é nada mau para um DP. Naturalmente que há aplicações que rendem mais, por mais tempo (&lt;a title=&quot;Seguros financeiros a 5 anos&quot; href=&quot;http://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/7038.html&quot; target=&quot;_self&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;exemplos&lt;/a&gt; &lt;a title=&quot;Certificados de Tesouro Poupança Mais&quot; href=&quot;http://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/7312.html&quot; target=&quot;_self&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;), mas relembro que são aplicações com um risco ligeiramente maior, já que estão dependentes de companhias de seguros e do Estado Português, respectivamente. Os depósitos a prazo, &lt;a title=&quot;O que protege o nosso dinheiro&quot; href=&quot;http://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/1003.html&quot; target=&quot;_self&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;devido à garantia do FGD&lt;/a&gt;, possuem uma rede de segurança que os torna mais seguros. O fato de o Invest ser um banco pequeno é mais um dado a favor, já que os receios que o FGD não consiga cobrir os depósitos dos maiores bancos não se aplicam quando o valor em depósitos é muito mais pequeno.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quanto a mobilizações antecipadas, podem ser feitas com perda de 50% dos juros. Não sendo a situação mais ideal, é melhor do que a maior parte dos restantes depósitos bem remunerados, que ou dificultam resgates ou penalizam totalmente os juros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Relembro que para abrir conta no Invest são necessários 5000€, mas os depósitos podem ser constituídos a partir de 2000€.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A versão atual dos Invest Choice Novos Depósitos considera &quot;novos capitais&quot; o aumento do património no banco em relação a 22 Novembro de 2013.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a title=&quot;FIN Invest Choice Novos Depósitos&quot; href=&quot;http://www.bancoinvest.pt/Libraries/Aplica%C3%A7oes_a_Prazo/Invest_Choice_Novos_Depositos.sflb.ashx&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Ficha de informação normalizada&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>depósitos a prazo</category>
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  <category>banco invest</category>
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  <pubDate>Tue, 26 Nov 2013 21:12:02 GMT</pubDate>
  <title>Os certificados de tesouro poupança mais</title>
  <author>ruicarlov</author>
  <link>https://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/7312.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Começaram a poder ser subscritos em 31 de Outubro, e &lt;a title=&quot;Portugueses investem 30 milhoes por dia em CTPM&quot; href=&quot;http://www.publico.pt/economia/noticia/portugueses-investem-30-milhoes-por-dia-nos-novos-certificados-do-tesouro-1611518&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;têm tido uma adesão fantástica&lt;/a&gt;. Este novo produto de dívida do estado tem conseguido captar muitos investidores à procura de melhores taxas do que nos depósitos a prazo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No entanto, convém relembrar que DP e dívida do estado não são propriamente a mesma coisa, cada qual com os seus riscos e vantagens. Uma vez que o produto tem uma duração máxima de 5 anos, também faz sentido comparar com os &lt;a title=&quot;Seguros capialização a 5 anos&quot; href=&quot;http://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/7038.html&quot; target=&quot;_self&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;seguros de capitalização&lt;/a&gt; que abordei no meu último post.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #339966; font-size: medium;&quot;&gt;Rentabilidade dos Certificados de Tesouro Poupança Mais (CTPM)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A taxa de juro é crescente, indo desde os 2.75% no 1º ano até aos 5% no 4º e 5º anos. Feitas as contas, temos uma TANB média de 4.25%. Este valor é claramente superior ao que se encontra em DPs, sendo sensivelmente equivalente ao seguro de capitalização de 5 anos da Real Vida e do Eurovida Renda 2018. No entanto, a taxa de irs a aplicar aos CTPM é de 28%, não beneficiando da taxa reduzida que é aplicada aos casos anteriores. Deste modo, a TANL média é ligeiramente inferior: 3.06%&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/ruicarlov/fotos/?uid=ksV76fpNevKrAWCuBk3c&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/Bb4157957/15990469_nO5Ws.png&quot; alt=&quot;Taxas de juro anuais certificados de tesouro&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;304&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Isto se falarmos apenas da rentabilidade garantida. No 4º e 5º ano há uma bonificação da taxa igual a 80% do crescimento do PIB português (se houver crescimento). Dada a situação de crise que o país atravessa, pode parecer que isso nunca será nada de jeito, mas tendo em conta que nos últimos trimestres o PIB deixou de retrair, obter algum crescimento minimamente significativo daqui a 4 e 5 não é uma ideia assim tão tola. Pode não ser a mais provável, mas não é de descartar de todo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma vantagem que os CTPM têm em relação aos seguros é a possibilidade de resgates antecipados sem penalizações. Os resgates antecipados só podem ser feitos a partir do 1º ano, mas penalizam apenas os juros que ainda não foram pagos. Como há pagamento anual de juros, logo após o pagamento é possível resgatar sem perder juros nenhuns. Por contraste, os resgates dos seguros implicam quase sempre algum nível de perda de juros ou até do dinheiro inicial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Deco indica, e com razão, que as obrigações do tesouro português com prazo de 5 anos são mais rentáveis. Só que para além dos custos e da maior complexidade de comprar obrigações do tesouro, também elas podem resultar em perdas se for necessário resgatar antecipadamente. Para além de estarem na linha da frente de levarem um corte caso Portugal tenha de renegociar a dívida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os &quot;velhinhos&quot; certificados de aforro permitem resgates trimestrais sem penalização de juros e oferecem uma taxa que anda pelos 3.19% brutos. A 1 ano é superior aos CTPM, mas a longo prazo são claramente menos rentáveis, já para não falar da sua taxa ser reduzida a partir de 2016.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Comparações feitas, vejo os CTPM não como o supra-sumo da rentabilidade a 5 anos, mas sim como algo mais equilibrado que combina uma rentabilidade bastante jeitosa com uma relativa facilidade de resgate antecipado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #339966; font-size: medium;&quot;&gt;Riscos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tanto os CTPM como as obrigações do tesouro e os certificados de aforro representam dívida do estado. Todos estão sujeitos ao risco de falência do Estado. Casos como o da Grécia, onde houve cortes nos títulos de dívida, podem acontecer cá. A questão que se põe é: será provável que isso aconteça nos próximos 5 anos? Pessoalmente não acho demasiado provável. Tanto os dados do FMI, como os da União Europeia parecem apontar que não. Mas das previsões à realidade pode haver grandes diferenças.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se formos a ver bem, qualquer aplicação tem um risco associado. Os seguros de capitalização têm os riscos de falência da seguradora, e até mesmo os depósitos a prazo têm &lt;a title=&quot;O que protege o nosso dinheiro&quot; href=&quot;http://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/1003.html&quot; target=&quot;_self&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;risco do banco e do FGD&lt;/a&gt;. Os últimos têm o risco mais baixo, mas também oferecem uma rentabilidade menor. Ninguém sabe ao certo o que aconteceria caso houvesse um corte na dívida. As obrigações do tesouro seriam certamente apanhadas. Mas os certificados de aforro e tesouro poupança mais são uma incógnita. Por serem destinados a particulares há a hipótese de o Estado lhes dar uma proteção preferencial. Mas tudo isto está dependente de decisões políticas. Certezas não há nenhumas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma vantajem clara dos CTPM face às obrigações é que podem ser vendidos em qualquer altura a partir do 2º ano sem perda de capital. Se a situação parecer negra para Portugal, o preço das obrigações do tesouro cai a pique. Nessas condições resgates antecipados têm perdas fortes. Nos CTPM isso não acontece, logo qualquer pessoa pode abandonar o barco sem complicações se não gostar do rumo que ele leva. Por esse motivo, tanto os certificados de aforro como os CTPM são das formas mais seguras de investir em dívida portuguesa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A subscrição destes certificados pode ser feita nos CTT, tal como os certificados de aforro. O Instituto de Gestão da Dívida Pública também tem uma plataforma online onde se podem fazer subscrições, o &lt;a title=&quot;Aforro Net&quot; href=&quot;http://aforronet.igcp.pt&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Aforro Net&lt;/a&gt;. Quem já tiver possuído algum certificado de aforro ou tesouro (dos antigos) pode abrir conta online e fazer a subscrição por lá. Em caso de se querer fazer resgates antecipados, também devem poder ser feitos online, à semelhança dos antigos certificados de tesouro.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>seguros financeiros</category>
  <category>seguros de capitalização</category>
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  <pubDate>Mon, 07 Oct 2013 20:36:54 GMT</pubDate>
  <title>Produto financeiros a 5 anos - Eurovida Renda 2018 e seguros de capitalização</title>
  <author>ruicarlov</author>
  <link>https://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/7038.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Numa altura em que as taxas dos depósitos a prazo andam muito baixas, os produtos de mais longo prazo são uma alternativa para conseguir mais uns trocos em juros. Os seguros de capitalização são os produtos mais comuns para prazos de 5 e 8 anos, tendo geralmente penalizações para resgates antecipados, pelo que a ideia é sempre mantê-los até ao final. No entanto, muitas pessoass não se sentem confortáveis tendo o dinheiro preso por 8 anos. Mas  já é mais fácil aceitar ter o dinheiro preso num prazo de 5 anos. Além disso, com a oferta atual, as rentabilidades a 8 anos não são muitas vezes suficientemente superiores às de 5 anos para justificar o prazo maior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neste segmento, os correios têm o &lt;a title=&quot;Postal Valor Mais&quot; href=&quot;http://www.ctt.pt/fectt/wcmservlet/ctt/particulares/servicos_financeiros/poupanca/seguros_capital/Postal_valor_mais&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Postal Valor Mai&lt;/a&gt;s, com taxas crescentes até 3.75%, para uma taxa média bruta de 3.4% no final dos 5 anos. No entanto, é possível encontrar soluções mais rentáveis. Destaco um seguro de capitalização da Real Vida e um novo produto da EuroVida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #339966;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;Real Vida - Vértice 5 11ª série&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Soube deste produto através de uma análise da Deco, que, como de costume, recomenda obrigações do tesouro em vez de seguros de capitalização. Mas para quem não se queira expor ao risco da dívida portuguesa, este seguro apresenta uma &lt;a title=&quot;Vertice 5 da Real Vida Seguros&quot; href=&quot;http://www.realvidaseguros.pt/produtos/investimento-e-aforro/produtos-sob-gestao/vertice-5-11-serie&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;rentabilidade bruta de 4.3%&lt;/a&gt;. Como todo o capital é recebido no final dos 5 anos e 1 dia, o imposto aplicado é apenas 22.4% ao invés dos 28% habituais. No entanto, o Vértice 5 tem uma comissão de subscrição de 1%. Fazendo as contas, a rentabilidade líquida é de 3.14%. Resgates antecipados sofrem uma comissão extra de 2%, logo volto a lembrar que não se deve investir em seguros de capitalização se há fortes probabilidades de o dinheiro vir a ser necessário nesse espaço de tempo. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #339966;&quot;&gt;Eurovida Renda 2018 2ª série&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os seguros ligados a fundos de investimento da Eurovida já são &lt;a title=&quot;Eurovida Renda 2015&quot; href=&quot;http://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/3325.html&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;conhecidos de longa data&lt;/a&gt; deste blog. A versão mais recentemente lançada é o Eurovida Renda 2018. Este produto de 5 anos e 1 dia funciona de modo semelhante às séries anteriores, pelo que não me vou alongar com essas explicações. Nesta série, são reembolsados anualmente 3.40% do capital investido durante 4 anos, e no final do pazo é reembolsado a totalidade do capital mais 7.48%. Este esquema de reembolso permite que se vá recebendo algum dinheiro de volta cada ano, mas deixando o grosso do capital para o final, de forma a ser menos taxado pelos impostos. A taxa interna de rentabilidade deste produto (já sem comissões) é 4.22% brutos, traduzindo-se em 3.25% líquidos ao ano. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A penalização por resgate antecipado é igual às séries anteriores. Recebe-se dinheiro correspondente à valorização do fundo com um teto máximo de 100% do capital investido. Por outras palavras, não se perde nada se o fundo estiver mais valorizado, mas pode perder-se se a cotação do fundo estiver abaixo do preço de compra. No entanto, o dinheiro que foi sendo pago anualmente já ninguém o tira, pelo que ainda se pode obter alguma rentabilidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este produto pode ser subscrito no banco BEST.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a title=&quot;Eurovida Renda 2018 2º Série&quot; href=&quot;https://www.bancobest.pt/ptg/bestsite/best_docs/IFI_Eurovida_Renda_2018_2S_I.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Ficha do produto&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <guid isPermaLink='true'>https://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/6686.html</guid>
  <pubDate>Wed, 11 Sep 2013 16:06:20 GMT</pubDate>
  <title>Dinheiro a render a curto-prazo</title>
  <author>ruicarlov</author>
  <link>https://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/6686.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #800000;&quot;&gt;Atualização: Aparentemente, saíram umas novas normas que limitam a quantidade de papel comercial pertencentes ao grupo que gere o fundo. Assim sendo, o E.S Liquidez tem de &lt;a title=&quot;Espirito Santo vai refinanciar 1440 milhões&quot; href=&quot;http://conteudos.sibace.pt/noticias/pdfs/201309170.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;desfazer-se de grande parte do papel comercial que detém&lt;/a&gt;. Por essa razão estima-se que a rentabilidade do fundo seja bastante menor daqui para a frente - &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há alturas em que não pretendemos manter o dinheiro preso numa aplicação por vários meses (ou anos). Certamente já aconteceu a alguém ficar com alguns trocos a mais no final do mês, mas que não são suficientes para aquele depósito jeitoso que precisa de um capital mínimo elevado para investir. Ou então uma aplicação está a terminar e não se tem nada ainda em vista para reaplicar o dinheiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Que fazer nesses dias/semanas/mês em que se anda a sondar o mercado?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Deixar o dinheiro à ordem é uma hipótese. Mas arranjar algo onde renda mais umas migalhas é mais agradável. E nalguns casos pode tratar-se de um valor nada desprezável. Falo por experiência, pois já me aconteceu ficar um par de semanas com dinheiro potencialmente parado, enquanto esperava que terminasse outra aplicação para juntar ao mesmo bolo e participar numa emissão de obrigações. Em situações destas, que geralmente têm durações inferiores a um mês, ou não se sabe quanto vão durar, os depósitos a prazo a termo fixo não são uma boa opção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma das soluções para este problema passa pelos depósitos a prazo que permitem constituições, reforços e resgates com quase total flexibilidade - &lt;a title=&quot;Tipos de depósitos a prazo&quot; href=&quot;http://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/752.html&quot; target=&quot;_self&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;as contas-poupança.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a title=&quot;A Conta-poupança&quot; href=&quot;http://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/752.html&quot; target=&quot;_self&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/B77068a09/10388432_wyjQe.jpeg&quot; alt=&quot;Conta-poupança&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;164&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar de bastantes produtos oferecidos pelos bancos usarem os termos &quot;Conta&quot; e &quot;Poupança&quot; no título, nem sempre têm a flexibilidade desejada, ou então oferecem taxas de juro insignificantes. O meu objetivo é apresentar as contas-poupança que apresentam melhores rentabilidades (embora sejam obviamente inferiores às dos depósitos a prazo a termo fixo), sem sacrificar muita flexibilidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium; color: #0000ff;&quot;&gt;Invest Money Box&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Banco Invest tem um produto de poupança, cujos depósitos funcionam de uma forma pouco usual (débito direto), mas que tem total flexibilidade de resgates - &lt;a title=&quot;Invest Money Box&quot; href=&quot;http://www.bancoinvest.pt/Publico/ProdutosServicos/AplicacoesInvestimentos/ContaPoupancaInvestMoneyBox/OQueEParaQueServe.aspx&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;o Invest Money Box&lt;/a&gt;. Já foi mencionado de passagem aqui no blog, numa altura em que remunerava 4%. Infelizmente os tempos são outros e agora a taxa bruta anualizada é de 2.5%, mas que continua a ser de longe o valor mais elevado que conheço para um depósito onde os levantamentos não têm qualquer penalização.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para aplicar dinheiro no Money Box, este tem de vir de outros bancos com o mesmo titular, num pagamento por débito direto. No homebanking do Invest programa-se o valor que se quer transferir e a data (tem de ser com alguns dias de antecedência), e tudo o resto é automático. A programação pode ser feita com várias periodicidades (mensal, trimestral, anual). Para transferir uma vez pontualmente, basta criar uma programação qualquer, e cancelá-la assim que o 1º débito tenha ocorrido. O resgate para a conta à ordem pode ser feito também pelo site, é imediato, de qualquer valor, e como já disse, sem penalização dos juros. Estes são calculados diariamente e pagos mensalmente na conta Money Box.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As duas desvantagens desta conta são que as transferências interbancárias no Invest custam 0.52€, logo não convém tirar dinheiro de lá muitas vezes, a não ser que se tenha o cartão de débito do Invest. Por uma anuidade de 5€, podem fazer-se todas as transferências pelo Multibanco a custo 0. A segunda desvantagem é que, como o dinheiro tem de vir de outro banco, caso seja tenhamos uma aplicação que vença no Invest, não podemos passar dinheiro para o Money Box sem o transferirmos primeiro para outro banco.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No entanto, considero que o Money Box é uma solução atrativa para quem quer amealhar dinheiro todos os meses para depois aplicar, por exemplo, num depósito a prazo (já que o Invest tem das melhores taxas de DPs).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a title=&quot;FIN Invest Money Box&quot; href=&quot;http://www.bancoinvest.pt/Libraries/InvestMoneyBox/Invest_Money_Box_081110.sflb.ashx&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;FIN do Money Box&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #0000ff; font-size: medium;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Conta Poupança do PrivatBank&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todos os que seguem este blog já devem saber que as taxas do PrivatBank já viram melhores dias. A alteração mais recente foi a eliminação dos depósitos PLUS, que pagam juros mensais, e a fusão do pé-de-meia e os depósitos standard numa única classe de depósitos &quot;Clássicos&quot;, que possibilitam reforços a qualquer altura, e têm durações de 1 mês até 5 anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Conta Poupança permaneceu inalterada. Paga 1.5% TANB e podem fazer-se reforços e levantamentos quando se quiser e de qualquer montante, desde que se mantenha o saldo mínimo da conta - 50€. Os juros são calculados diariamente e recapitalizados, sendo pagos quando se fazem levantamentos totais/parciais. O único senão desta aplicação é que as mobilizações têm de ser feitas com um pré-aviso ao banco de 2 dias úteis. Mas não existe qualquer penalização de juros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro ponto positivo é que o &lt;a title=&quot;Pagamento de juros no PrivatBank&quot; href=&quot;http://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/5687.html&quot; target=&quot;_self&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;cartão de débito do PrivatBank é gratuito&lt;/a&gt;, logo podem-se fazer transferências interbancárias por Multibanco sem nenhum custo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a title=&quot;FIN Conta-poupança PrivatBank&quot; href=&quot;http://www.privatbank.pt/PORTUGALE/download/Documentos/ficha-de-informacao-normalizada-para-depositos/e-savingdeposit-pt.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;FIN da conta-poupança&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #339966; font-size: large;&quot;&gt;Fundo de Investimento Monetário - Espírito Santo Liquidez&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta terceira opção é um pouco diferente, já que não se trata de um depósito a prazo ou conta-poupança, mas sim de um fundo de investimento monetário, que investe em papel comercial. E embora seja muito útil para ter dinheiro no curto prazo, a sua elevada rentabilidade torna-o muito atrativo mesmo no médio prazo, superando as rentabilidades líquidas de todos os depósitos a prazo atuais. Mas vamos por partes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já expliquei o conceito de &lt;a title=&quot;Fundos de investimento - introdução&quot; href=&quot;http://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/4755.html&quot; target=&quot;_self&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;fundos de investimento&lt;/a&gt;. Podemos considerá-los sacos cheios de pedaços de empresas (ações), dívida (obrigações) ou qualquer &quot;coisa&quot; financeira que se queira lá pôr. Um fundo de investimento monetário ou de liquidez é composto essencialmente por depósitos a prazo, depósitos à ordem, e títulos de dívida de muito curto prazo (&amp;lt;1ano)  - que são chamados de &lt;a title=&quot;Papel comercial - definição&quot; href=&quot;http://www.thinkfn.com/wikibolsa/Papel_comercial&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;papel comercial&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O papel comercial que existe no Espírito Santo Liquidez pertence quase todo a empresas do próprio grupo do BES. Como esta dívida não é negociada em mercado secundário, ou seja, não é comprada ou vendida em mercado aberto, como acontece com os fundos de obrigações, o fundo mantém estes títulos até ao final do prazo, recebendo o capital e os juros sem oscilações de preços durante o contrato. Visto de fora, é quase como se de um depósito a prazo se tratasse. E isto reflete-se na cotação do fundo. Ao contrário da maioria dos fundos, o seu valor está em constante crescimento desde o início. Não teve qualquer queda ou crescimento súbito, mantendo um crescimento quase constante ao longo do tempo (fundo indicado a vermelho na imagem abaixo).&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a title=&quot;E.S Liquidez - Morningstar&quot; href=&quot;http://www.morningstar.pt/pt/funds/snapshot/snapshot.aspx?id=F00000MRIA&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://www.morningstar.pt/pt/funds/WebGraph/growth10k4year.aspx?id=F00000MRIA&amp;amp;currencyId=EUR&amp;amp;investmenttype=FO&amp;amp;MsRestructureDate=&amp;amp;IMARestructureDate=&amp;amp;RestructureDate=&amp;amp;ShowCategory=1&amp;amp;ShowIndex=1&quot; alt=&quot;Cotação Espírito Santo Liquidez&quot; width=&quot;273&quot; height=&quot;132&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E as rentabilidades não são nada de se deitar fora. Em 2012 o fundo valorizou 4.4% líquidos. Este ano o crescimento está mais lento, mas já cresceu 2.2%, prevendo-se uma rentabilidade anualizada de aproximadamente 3.3%. Relembro que todos os fundos portugueses apresentam os resultados livres de impostos, pelo que falamos de rentabilidades líquidas. Um depósito a prazo necessita de uma TANB de 4.58% para dar um rendimento líquido de 3.3%. Obviamente que apresenta um risco ligeiramente maior do que um depósito a prazo, já que como fundo de investimento não está coberto pelo &lt;a title=&quot;O que protege o nosso dinheiro&quot; href=&quot;http://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/1003.html&quot; target=&quot;_self&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;fundo de garantia de depósitos&lt;/a&gt;. No entanto, como já mencionei, dificilmente um fundo &lt;a title=&quot;Fundos de Investimento - Introdução&quot; href=&quot;http://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/4755.html&quot; target=&quot;_self&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;vai à falência&lt;/a&gt;. Um dos componentes do fundo pode falir, e isso, quando muito, traduz-se num decréscimo do valor do fundo, consoante a % que esse componente representa. Como os fundos possuem uma grande quantidade de ativos, a perda de um deles não é catastrófica, embora seja desagradável.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que torna este fundo muito bom também para o curto prazo é que se podem fazer reforços e levantamentos com uma grande facilidade e sem custos. O montante mínimo de subscrição são 500€, mas os reforços podem ser feitos a partir de 25€. O dinheiro fica disponível num dia útil, semelhante a uma transferência interbancária. Pode ser facilmente subscrito no banco BEST, que não tem comissões de manutenção de conta nem sobre transferências interbancárias. Por esse motivo, é o fundo que costumo utilizar para guardar grande parte do ordenado no início do mês, indo lá buscar dinheiro à medida que vai sendo necessário.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta época de baixas taxas de juro, torna-se também um grande produto para aplicar dinheiro durante mais tempo. Mas atenção: não há garantia que as rentabilidades se mantenham assim tão elevadas. Mas como se costuma dizer, &lt;em&gt;enquanto o pau vai e vem folgam as costas&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os vários constituintes do fundo e a sua cotação diária podem ser seguidos &lt;a title=&quot;ESAF - Espírito Santo Liquidez&quot; href=&quot;http://www.esaf.pt/Default.aspx?tabid=100&amp;amp;codfun=14165991336&amp;amp;from=listafundos&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;no site da ESAF&lt;/a&gt;, a empresa do grupo BES que gere activos financeiros.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>fundos de investimento</category>
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  <category>depósitos a prazo</category>
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  <pubDate>Sat, 03 Aug 2013 14:01:28 GMT</pubDate>
  <title>Nova descida das taxas dos depósitos a prazo</title>
  <author>ruicarlov</author>
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  <description>&lt;p&gt;Com a chegada do tempo de férias, parece que boas as taxas de juro também decidiram mudar de ares, para bem longe de Portugal.&lt;br /&gt;Depois de o &lt;a title=&quot;BCE - taxas de juro vão manter-se baixas&quot; href=&quot;http://www.jornaldenegocios.pt/economia/politica_monetaria/detalhe/bce_mantem_juros_a_espera_do_fim_da_recessao_na_zona_euro.html&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Banco Central Europeu ter anunciado que os juros ficarão baixos por um longo período de tempo&lt;/a&gt;, a reação dos bancos não se fez esperar. Houve ligeiras descidas por parte do ActivoBank, e uma grande queda no caso do &lt;a title=&quot;PrivatBank - taxas atualizadas&quot; href=&quot;http://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/2040.html&quot; target=&quot;_self&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;PrivatBank&lt;/a&gt;, particularmente nos prazos mais longos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dos anteriores 4,5% a 5 anos passou-se para 2.6%. O depósito que mais rende é a 12 meses, onde a taxa é agora de 3.25%, em substituição dos anteriores 4%.&lt;br /&gt;Antigamente quanto maior o prazo, maior a taxa de juro. Mas com esta mudança tudo muda de figura. Os depósitos a 1 anos são os melhor remunerados, enquanto que os de longa duração são menos vantajosos, tanto nível de rentabilidade como de facilidade de mobilização.&lt;br /&gt;Houve no entanto uma alteração interessante: os depósitos PLUS, que pagam juros mensais e podem ser mobilizados antecipadamente sem perda dos juros corridos, têm agora as mesmas taxas que os depósitos convencionais.&lt;br /&gt;Uma vez que o juro mensal pode ser reinvestido por exemplo num pé-de-meia, os depósitos plus tornaram-se assim mais interessantes, por pouco que seja.&lt;br /&gt;O panorama noutros bancos não é muito melhor. A melhor oferta pertence a um depósito promocional de 12 meses (para contas ordenado) do banco Popular (3.9%) e o depósito para novos capitais no Invest, que paga 3.75% também a 1 ano. Dentro dos depósitos não-promocionais continua a não ser muito fácil conseguir taxas superiores às do PrivatBank, embora clientes com muitos milhares talvez consigam negociar taxas aos balcões. Destaque para o Banif, que a partir de 5000€ também tem uma alternativa interessante, o &lt;a title=&quot;Rendimento Maxi - Banif&quot; href=&quot;http://www.banif.pt/xsite/Particulares/Contas/DepositoaPrazo.jsp?CH=5415&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;depósito Rendimento Maxi&lt;/a&gt; (3.3% a 12 meses). Algumas pessoas com quem contacto conseguiram taxas melhores negociadas aos balcões do Banif, mas com capital acima de 50000€.&lt;br /&gt;Em qualquer dos casos, nos próximos tempos dificilmente vamos regressar às boas taxas de há 1/2 anos atrás. Felizmente a inflação prevista para este ano é também bastante menor. Dos 3.7% de 2011 e de 2.8% de 2012, as previsões para este ano apontam para que este fique &lt;a title=&quot;Previsão inflação 2013&quot; href=&quot;http://economiafinancas.com/2013/a-inflacao-homologa-de-marco-foi-de-05/&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;abaixo de 1%&lt;/a&gt;, pelo que ainda é possível conseguir ganhos reais com DPs. Mas para quem queira rentabilizar mais o seu dinheiro (naturalmente com mais risco), deve olhar para &lt;a title=&quot;Introdução a fundos de investimento &quot; href=&quot;http://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/4755.html&quot; target=&quot;_self&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;fundos de investimento&lt;/a&gt;, tanto de ações como obrigações. Naturalmente que isto exige uma análise maior dos investimentos e pode não estar ao alcance de todos, pelo menos a nível de tempo/paciência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Naturalmente que os depósitos a prazo nunca devem ser descurados totalmente, já que são aplicações de baixo risco que em muitos casos permitem mobilizar rapidamente dinheiro sem perder capital. Para simular quais os melhores DPs tabelados, recomendo&lt;a title=&quot;Simulador de depositos a prazo&quot; href=&quot;http://www.observar.pt/?r=simulator/SimDP&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt; esta ferramenta&lt;/a&gt;. Mas para os investidores que queiram fazer mais com o seu dinheiro, diversificar por outras aplicações torna-se a partir de agora muito mais útil.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>juros</category>
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  <category>finanças</category>
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  <pubDate>Tue, 18 Jun 2013 09:21:43 GMT</pubDate>
  <title>Seguro de capitalização de longo prazo - Postal Valor Crescente</title>
  <author>ruicarlov</author>
  <link>https://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/6381.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Uma das maiores vantagens de poupar no longo prazo através de seguros de capitalização reside na menor quantidade de impostos que são aplicados a esses rendimentos. &lt;span&gt;A partir de 5 anos e 1 dia a taxa liberatória aplicada é 8&lt;/span&gt;&lt;span&gt;0% da normal&lt;/span&gt;&lt;span&gt;, e a partir de 8 anos é &lt;/span&gt;&lt;span&gt;40% da normal&lt;/span&gt;&lt;span&gt;. P&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;or este motivo, os seguros de capitalização só pagam juros no final do prazo, para beneficiar destas taxas reduzidas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Para quem costuma englobar rendimentos de capitais, este benefício é menos imporante, já que aquilo que se retém de impostos é parcial ou totalmente reavido na declaração de IRS. Mas como a maior parte da população não está em condições de o fazer, este tipo de poupança pode ser bastante interessante.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse segmento os correios têm o seguro de capitalização Postal Valor Crescente 2 em comercialização até &lt;strong&gt;11 de Outubro. &lt;/strong&gt;No entanto, é possível que acabe mais cedo se houver muita procura. A versão anterior deste produto (que rendia mais, por sinal) supostamente acabaria a 14 de Junho, mas devido à grande procura as subscrições acabaram mais cedo.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;https://encrypted-tbn3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTCzFGyqeBDcVqxVtdikMT-pvenImX2GyxrKvX8RHdkxSZCLjJzCg&quot; alt=&quot;CTT&quot; width=&quot;235&quot; height=&quot;214&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Com a duração de 8 anos e 1 dia, este produto paga taxas de juro crescentes que vão desde 3.2% a 6.0%. Os juros de cada ano são automaticamente reinvestidos no produto. Deste modo, não só se aumenta rentabilidade pelo efeito de capitalização, como todos os rendimentos ficam abrangidos pela taxa de retenção bonificada (11.2% de taxa liberatória no Continente e Madeira).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo &lt;a title=&quot;Simulação rentabilidade Postal Valor Crescente&quot; href=&quot;http://www.ctt.pt/fectt/export/download/particulares/ofertanacional/produtosfinanceiros/IPC_Postal_Valor_Crescente_II_Junho2013.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;a simulação das informações pré-contratuais do produto&lt;/a&gt;, por cada 1000€ investidos, recebem-se 332.31€ de juros líquidos no final.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isto significa que a rentabilidade anualizada deste seguro é de &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;&lt;strong&gt;4,15% líquidos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nas condições atuais é um valor interessante, pois já não se arranja nada atrativo como o seguro de capitalização BES Vida Aforro 2012, que em Dezembro do ano passado ainda oferecia 5.93% líquidos. Por comparação, &lt;a title=&quot;Bes Vida Aforro 7ª série&quot; href=&quot;http://www.bes.pt/sitebes/cms.aspx?labelid=besvidaaforro2012&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;a série atual do BES Vida Aforro &lt;/a&gt;tem uma rentabilidade anualizada de  3,27% líquidos. Para além disso, o mínimo de subsrição são 1000€, sendo necessário ter conta no BES, o que pode ter custos de manutenção. O Postal Valor Crescente tem mais interesse, já que bastam 500€ para subscrever o produto, e não é necessário abrir conta em nenhum banco.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Gostava de frisar alguns pontos importantes:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;1) Tal como a maior parte dos seguros de capitalização, o Postal Valor Crescente tem algumas penalizações de juros (ou até de capital se o resgate for no 1º ano) em casos de resgate antecipado. Logo a ideia é mesmo subscrever e manter até ao final. Mas 8 anos é bastante tempo, logo convém só aplicar dinheiro que possamos dizer com alguma margem de segurança de que não vamos precisar tão cedo;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;2) Os benefícios fiscais, embora se mantenham há vários anos, podem muito bem mudar se o governo assim entender. Se tal vier a acontecer, a rentabilidade pode sofrer, caso seja decidido que até mesmo os seguros já em vigor sejam apanhados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;3) Consoante as taxas de juro evoluam, pode haver um custo de oportunidade em manter o dinheiro tanto tempo &quot;preso&quot; a uma determinada taxa. Atualmente temos taxas de referência muito baixas, comparando por exemplo com 2007 e 2008. Em caso de uma subida de taxas, estar preso ao que se contratou torna-se uma desvantagem. Mas é claro que existe o reverso da medalha. Se as taxas baixam, quem contratou o seguro em períodos de &quot;vacas gordas&quot; fica a ganhar. Por exemplo, quem conseguiu aproveitar o BES Vida Aforro 2012 fez um bom investimento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enquanto que nessa altura era possível afirmar com alguma confiança que estávamos ainda numa fase de taxas elevadas e que as rentabilidades estavam em queda, hoje é mais complicado prever o que vai acontecer. Já vi defender posições opostas. Algumas pessoas acreditam que manter as taxas de referência tão baixas é insustentável para a economia por muito mais tempo e que estas vão ter de subir. Por outro lado, as políticas dos bancos centrais empurram-nas ainda mais para baixo. No curto prazo, o cenário mais provável é mesmo uma descida (o Postal Valor Crescente anterior pagava 4.7% líquidos), mas não me ponho a adivinhar para prazos mais longínquos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para quem quiser apostar que as taxas se vão manter baixas, o Postal Valor Crescente pode ser uma boa opção a considerar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Informação mais detalhada pode ser encontrada no &lt;a title=&quot;Site Postal Valor Crescente 2&quot; href=&quot;http://www.ctt.pt/fectt/wcmservlet/ctt/particulares/servicos_financeiros/poupanca/seguros_capital/Postal_valor_crescente2.html&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;site oficial&lt;/a&gt; e na &lt;a title=&quot;Ficha Tecnica Postal Valor Crescente&quot; href=&quot;http://www.ctt.pt/fectt/export/download/particulares/ofertanacional/produtosfinanceiros/2013__06_P_Postal_Valor_Crescente_2.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;ficha técnica&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>poupanças</category>
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  <pubDate>Mon, 15 Apr 2013 18:19:52 GMT</pubDate>
  <title>Subida das taxas de juro dos depósitos a prazo do PrivatBank</title>
  <author>ruicarlov</author>
  <link>https://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/5891.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Boas notícias. Após a grande queda das taxas de juros dos depósitos a prazo do PrivatBank em Fevereiro, eis que estas recuperam ligeiramente a partir de hoje.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estas subidas manifestam-se sobretudo nos prazos mais curtos, com os depósitos de 3 meses a serem os mais beneficiados. Ainda assim, também a 6, 12 e 24 meses houve subidas. As taxas vão agora desde 3.2% a 3 meses até 4.2% a 1-3 anos. Os depósitos de longo prazo e a conta poupança mantêm-se inalterados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os depósitos PLUS acompanham esta subida, continuando a pagar menos 0.2% do que os depósitos normais para o mesmo prazo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O &lt;a title=&quot;PrivatBank - opinião&quot; href=&quot;http://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/2040.html&quot; target=&quot;_self&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;artigo principal sobre o banco&lt;/a&gt; foi atualizado com estes novos valores.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 01 Apr 2013 13:41:06 GMT</pubDate>
  <title>PrivatBank - Novas regras para o pagamento de juros</title>
  <author>ruicarlov</author>
  <link>https://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/5687.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Há uns dias fui alertado para o facto de o PrivatBank proceder a uma alteração na forma de como os juros de depósitos são pagos. Efetivamente, no site encontra-se agora esta informação:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&quot;&lt;em&gt;Estimado Cliente, &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O AS “PrivatBank” Sucursal em Portugal, vem pela presente comunicar que por força das modificações operadas ao nosso regulamento sobre aceitação de depósitos (Parte J), cujos efeitos entrarão em vigor em 20/04/2013, os juros remuneratórios dos depósitos constituídos a partir desta data serão creditados na conta cartão dos respetivos titulares.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Nessa consonância para poder continuar a beneficiar das nossas taxas bastante atrativas terá de subscrever o nosso cartão de débito PrivatBank. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Se ainda não possui um cartão de dédito PrivatBank, deverá subscrevê-lo até 20/04/2013, sem qualquer custo, na nossa plataforma web Privat24, ou presencialmente, nas nossas Agências de Lisboa ou do Porto.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Para qualquer esclarecimento, não hesite em contactar-nos.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Gratos pela sua preferência, subscrevemo-nos com elevada estima e consideração.&lt;/em&gt;&quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Naturalmente que uma medida assim é pouco comum, pois exige o pedido de um cartão de débito. Para além disso o valor do preçário indica que tem anuidades. Comentários de leitores deste blog acrescentaram ainda que, após falarem com uma gestora de conta, lhes tinha sido dito que o dinheiro na conta cartão não poderia ser utilizado para constituir depósitos, podendo apenas ser utilizado no cartão de débito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Devido a estes alertas todos, decidi investigar e ir à agência esclarecer estas questões.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #0000ff; font-size: large;&quot;&gt;A conta cartão&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todas estas alterações giram em torno do cartão de débito e da respetiva conta cartão. O mais importante a reter é que a conta cartão se encontra separada da conta à ordem, contrariamente ao que é costume na maior parte dos bancos nacionais. Com isto quero dizer que o dinheiro na conta cartão só pode ser movimentado no multibanco, e não interfere com o dinheiro na conta à ordem. Por seu lado, a conta à ordem (e depósitos a prazo) só podem ser movimentados via balcão ou online.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Exemplos: 1) todas as transferências, pagamentos e levantamentos ao multibanco só podem ser feitos com o dinheiro da conta cartão. Logo ter dinheiro na conta à ordem não serve para esses efeitos. Tem de estar mesmo na conta cartão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;2) Todas as transferências e constituição de depósitos feitas online utilizam o dinheiro na conta à ordem/conta de depósitos, não podendo recorrer à conta cartão. Para efeitos práticos, é quase como ter duas contas em dois bancos distintos, um banco para trabalhar por multibanco e outro banco para trabalhar online.&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/ruicarlov/fotos/?uid=OZJYAMCoI0Y7t4SEAisL&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/B4e13c9b8/14809035_dmAr9.png&quot; alt=&quot;Conta cartão e conta à ordem&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;267&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Então como é que se passa dinheiro de um lado para o outro?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Existem 4 formas, 2 em cada sentido. 1) Passar dinheiro da conta à ordem para a conta cartão pode ser feito via internet, na secção &quot;Transferências entre contas do cliente&quot;. De entre a lista de contas está a conta cartão. Basta escolher essa opção e transferir o montante que se se deseja.  2) Os juros dos depósitos a prazo são automaticamente creditados na conta cartão, sem necessidade de intervenção por parte do cliente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para passar dinheiro da conta cartão para as contas online, basta realizar uma transferência no multibanco para o NIB da conta para onde se quer transferir o dinheiro. Isto permite que se possa transferir para: 1) a conta à ordem; 2) depósitos a prazo reforçáveis, nomeadamente a conta poupança e o pé-de-meia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/ruicarlov/fotos/?uid=CEplKrPFpNg4R3SgZ3rK&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/Ba713d716/14809152_HbDcj.png&quot; alt=&quot;Transferências entre conta cartão&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;229&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Mas que complicação. Então e isto é para ficar? Temos de pagar pelo cartão?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo o que me disseram, esta medida destina-se a promover os novos cartões bancários. Com o encerramento da agência dos Anjos, em Lisboa, ficaram sem função de caixa, pelo que o multibanco é a maneira de se poder levantar dinheiro. Daí terem criado esta medida, que é um incentivo para familiarizar os clientes a trabalhar com o cartão do PrivatBank. Mas por esta razão, não é definitivo, sendo  provável que daqui a uns tempos se possa voltar a receber os juros na conta à ordem. A nível de custos, todos os clientes com depósitos a prazo estão isentos da anuidade do cartão, pelo que não há nenhum acréscimo de custos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas o cartão é mesmo obrigatório?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pelas razões apresentadas acima, sim. O cartão pode ser pedido presencialmente (foi o que fiz) ou então à distância, através do sistema de mensagens do Privat24 ou do e-mail do gestor de conta. Para o efeito deve enviar-se uma mensagem indicando que se prentede pedir o cartão, qual o nome que se quer que apareça neste e a morada para onde o cartão vai ser enviado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dentro de três semanas o cartão deve chegar, seguido do código PIN. Depois é necessário contactar a agência para proceder à ativação e confirmar a associação deste com a conta cartão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;P.S. Numa outra notícia, o banco informa que as&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt; autenticações de documentos nos CTT&lt;/span&gt; para abertura de conta à distância são agora &lt;strong&gt;gratuitas&lt;/strong&gt;. Isto é sem dúvida um boa notícia, pois facilita a abertura de conta a quem vive longe das agências deles (ou seja, todos os que não vivem perto de Lisboa ou Porto) &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;P.S 2 - Bem sei que é 1 de Abril, mas nada disto é mentira :-).&lt;/p&gt;</description>
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  <category>cartões bancários</category>
  <category>juros</category>
  <category>privatbank</category>
  <category>depósitos a prazo</category>
  <category>multibanco</category>
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  <pubDate>Wed, 06 Mar 2013 21:11:53 GMT</pubDate>
  <title>Tal Filho, Tal Pai - Novo depósito promocional do BIG</title>
  <author>ruicarlov</author>
  <link>https://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/5583.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Hoje gostaria apenas de deixar uma chamada de atenção para um novo depósito promocional por parte do BiG, especial para o mês de Março, com o dia do Pai à vista. Como depósito promocional que é, só se aplica a novos clientes. Para além disso, só pode ser feito pelo por pais cujos filhos tenham conta aberta no BiG.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A vantagem? Paga marginalmente mais do que o atual super depósito 3 meses - 4,1% a 3 meses vs o Super Depósito 4% a três meses.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a title=&quot;Depósito Tal Filho, Tal Pai&quot; href=&quot;https://www.bigonline.pt/Campanha/Campanhas&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;https://www.bigonline.pt/Resources/images/campanha/tftp_top.png&quot; alt=&quot;Depósito Tal Filho, Tal Pai&quot; width=&quot;600&quot; height=&quot;132&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;Tendo em conta que apenas se perdem 25% dos juros caso haja necessidade de mobilização antecipada, não é um depósito mau de todo para o prazo em questão. Só é pena terem de se reunir as condições acima descritas. Mas pronto, para quem puder até tem a sua graça aproveitar a ocasião. Até porque não se perde nada com isso, já que o Big nunca cobra comissões de manutenção de conta (como toda a banca online).&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;A vantajem oferecida ao filho, a isenção de custódia de títulos, só tem interesse para quem seja detentor de títulos como ETFs, obrigações (que não apareçam na lista online deles, já que essas já estão isentas à partida), e outros produtos menos comuns que sejam cosiderados títulos.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;Este depósito está disponível até &lt;strong&gt;29 de Março. &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;Caso haja um par pai/filho que não tenha conta no BiG, uma ideia a considerar será o filho abrir a conta primeiro (podendo usufruir do super depósito 4%), e depois referir o pai para o banco, sendo elegível para este depósito. Digo isto pois não há nada do site que limite há quanto tempo é necessário que o filho tenha uma conta aberta. Desde que o filho tenha uma conta aberta e activa, não vejo razão para isto não poder ser feito (mas não tomem as minhas palavras com 100% de certeza). Naturalmente que o pai não pode acumular este depósito com os outros em vigor, mas isso também já é habitual neste tipo de campanhas.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>promoções</category>
  <category>depósitos a prazo</category>
  <category>big</category>
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  <pubDate>Sun, 24 Feb 2013 16:17:41 GMT</pubDate>
  <title>Obrigações em mercado primário - Mota-Engil 6,85%</title>
  <author>ruicarlov</author>
  <link>https://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/5183.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Para quem anda à caça de uma taxa jeitosa e não a consegue encontrar em depósitos a prazo ou obrigações em mercado secundário, pode olhar para Mota-Engil, que á semelhança de outras empresas portuguesas, que vai fazer uma emissão de obrigações a 3 anos. Pagam 6,85%, distruídos em pagamentos semestrais, estando acessíveis a todos os investidores particulares (leia-se Zé Povinho). Não sendo um produto adequado para qualquer um, pode ainda assim ser um investimento para diversificar poupanças e conseguir uma taxa de juro um pouco maior.&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://www.banifib.com/pt/PublishingImages/09_Banner_BANIF_INVESTIMENTO_158x158.jpg&quot; alt=&quot;Obrigações Mota-Engil&quot; width=&quot;158&quot; height=&quot;158&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #339966; font-size: large;&quot;&gt;Características da emissão&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para quem não se lembra do que é uma emissão de obrigações em mercado primário, pode ler &lt;a title=&quot;Obrigações e o mercado primário&quot; href=&quot;http://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/3430.html&quot; target=&quot;_self&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;estes posts&lt;/a&gt; &lt;a title=&quot;Guest post em Pedropais&quot; href=&quot;http://www.pedropais.com/obrigacoes-o-que-sao-e-o-mercado-primario-guest-post-4903.html&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;anteriores&lt;/a&gt;. O período de subscrição desta emissão é de &lt;strong&gt;25 de Fevereiro&lt;/strong&gt; a &lt;strong&gt;13 de Março&lt;/strong&gt;. O mínimo de subcrição são 1000€, podendo-se investir em múltiplos de 500€, e os principais bancos intermediários são &lt;span&gt;BES, Banif, Banco Popular, Millennium bcp, Banco BIC e Banco Finantia. Isto não quer dizer que outros bancos não possam servir de intermediários, antes pelo contrário. É recomendado consultar os preçários de cada banco para esta emissão, para ver qual o mais vantajoso.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para cada pessoa estão garantidos 2000€ investidos. Valores superiores podem ficar sujeitos a rateio. Nesse caso, quem submete a ordem primeiro tem mais vantagens, já que as obrigações disponíveis vão ser sorteadas por ordem do dia de chegada. Isto quer dizer que quem submete às 8h30 de dia 25 está em pé de igualdade com quem o fizer às 17h do mesmo dia, mas fica em vantagem para quem só dê ordem dia 26.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #339966; font-size: large;&quot;&gt;Cuidados a ter&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este investimento tem algum risco, pelo menos mais risco do que o de obrigações de empresas mais sólidas como EDP ou REN. Não sendo muito conhecedor da empresa, cito uma parte da análise da Proteste Investe, retirada &lt;a title=&quot;Análise Proteste Mota-Engil&quot; href=&quot;http://www.deco.proteste.pt/investe/avaliacao-a-pedido-obrigacoes-mota-engil-s5000494.htm&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;daqui&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&quot;Risco da empresa elevado&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;É uma característica do setor da construção em Portugal e a Mota-Engil não é exceção: elevado grau de endividamento. O que é ilustrado por um grau de autonomia financeira+ de 7%. Uma situação mais grave na atual restrição ao crédito bancário, que já se faz sentir nas contas: em 2011 o custo médio do financiamento era de 6,6% contra apenas 5% em 2010. Em 2012, estimamos que tenha superado os 7%.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Contudo, Mota-Engil tem, no meio das dificuldades, obtido receitas e lucros recorde, o que nos levou a recomendar, com sucesso, a compra da ação. Atualmente, fruto da subida da cotação, o conselho é vender mas estamos confiantes que o grupo irá continuar a sobressair no marasmo, devido aos negócios no exterior (África e Europa de leste).&quot;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Logo quem quiser investir neste produto deve ter isto em consideração, não investindo mais do que aquilo que se sente seguro. De qualquer forma, não é provável que se consigam investir grandes montantes, devido ao segundo ponto a considerar, o rateio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como já mencionei, apenas estão garantidos 2000€ por pessoa, o que é um valor um pouco baixo (por comparação a &lt;a title=&quot;Obrigações mercado primário REN&quot; href=&quot;http://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/3430.html&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;REN &lt;/a&gt;e a Sonae garantiam 5000€ por pessoa). Isto pode fazer com que as comissões cobradas pelos bancos diminuam muito a rentabilidade do investimento. Ninguém sabe quão rápido se vão esgotar as obrigações disponíveis, mas tendo em conta que tem havido uma grande caça ao juro, mesmo em empresas de países do sul da Europa, não será de espantar que tudo se esgote rapidamente. Assim, é necessário pensar no pior cenário (só se conseguirem colocar 2000€) e escolher com cuidado o banco intermediário.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em primeiro lugar, bancos onde se cobram comissões de custódia das obrigações são para esquecer, a não ser que já se tenha alguma aplicação que esteja sujeita a essa comissão. Nesse caso, subscrever estas obrigações não trará nenhum custo de custódia adicional, tornando-se uma possibilidade interessante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em segundo lugar, prestar atenção às comissões sobre compra e venda de obrigações e sobre os cupões. Normalmente os bancos levam uma % do valor investido/recebido, com limites inferiores que podem ser qualquer coisa como 2,5€ ou 30€. Tratando-se de 2000€, ainda que um banco cobre uma percentagem mais elevada, se a comissão mínima for bastante baixa, é muito provável que saia mais vantajoso do que qualquer outra opção. Por esse motivo, a palavra do ordem é informar-se primeiro, fazer as contas para vários bancos, e optar pelo mais vantajoso. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para finalizar, deixo aqui o prospecto &lt;a title=&quot;Obrigações mota-engil - prospecto&quot; href=&quot;http://www.mota-engil.pt/images/content/2568_1_G.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;do site da Mota-Engil&lt;/a&gt; e da &lt;a title=&quot;Obrigações Mota-Engil CMVM&quot; href=&quot;http://web3.cmvm.pt/sdi2004/emitentes/docs/fsd26725.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;CMVM&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>mercado primário</category>
  <category>mota-engil</category>
  <category>obrigações</category>
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  <pubDate>Tue, 12 Feb 2013 12:49:10 GMT</pubDate>
  <title>Invest Ações Portugal - Investir em ações sem risco?</title>
  <author>ruicarlov</author>
  <link>https://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/4887.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Muita gente (mesmo aquelas pessoas que sabem relativamente pouco de finanças pessoais) me pergunta de vez em quando se eu invisto em ações, ou se acho que a ação x ou y é boa para investir. Sempre me abstive de dar uma recomendação, pois tenho plena consciência que o meu conhecimento do mercado acionista é muito limitado. Uma coisa que aprendi é que investir numa única ação é uma ótima maneira de perder dinheiro, a não ser que se saiba bem o que se está a fazer (e ainda assim....). Mesmo entre os mais experientes em investir em ações, uma recomendação muito frequente que fazem é diversificar, ou seja repartir o investimento por várias ações. O risco diminui quando repartimos os ovos por várias cestas, ao invés de estarmos sujeitos à montanha russa que é a cotação de uma única empresa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por esse motivo, a única forma que arrisco é investir de uma forma minimamente diversificada, de preferência com algumas garantias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eis que o Banco Invest acaba de lançar um produto complexo a 12 meses que me parece bastante interessante. Trata-se do &lt;a title=&quot;Ações Portugal&quot; href=&quot;http://www.bancoinvest.pt/Publico/Ideias/AccoesPortugal.aspx&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Ações Portugal&lt;/a&gt;, um depósito a prazo complexo, com a duração de um ano, cujo juro pago depende da valorização de ações portuguesas. A subscrição está disponível até&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;&lt;strong&gt; 22 de Fevereiro.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Antes de mais, quero frisar uma das coisas mais importantes: por mais complexo que possa parecer, trata-se de um &lt;a title=&quot;Depósitos a prazo - o que são&quot; href=&quot;http://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/752.html&quot; target=&quot;_self&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;depósito a prazo&lt;/a&gt;, ou seja, é de capital garantido, estando sob a alçada de &lt;a title=&quot;O que protege o nosso dinheiro&quot; href=&quot;http://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/1003.html&quot; target=&quot;_self&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;fundo de garantia de depósitos português&lt;/a&gt;. Caso o banco invest entre em incumprimento, o capital é garantido até ao valor de 100.000€ por titular. Como DP que é, ninguém tem de se preocupar com mais-valias acionistas nem nada que o valha. À rentabilidade deste depósito é apenas aplicada a taxa liberatória (28%).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que torna este depósito de 1 ano diferente do normal é o facto de a rentabilidade estar indexada à valorização das ações de 5 empresas portuguesas: PT, Galp, BES, Semapa e Sonae, algumas das quais são das mais negociadas na praça Lisboeta. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O juro pago corresponde à média da valorização das 5 ações, com mínimo de 0% e máximo de 9,863%. Isto quer dizer que estamos expostos ao mercado acionista, mas sem corrermos o risco de perdermos dinheiro. Obviamente que o cenário de não ganhar nada durante 1 ano também não é agradável (a inflação vai comendo rentabilidade), mas penso que há boas condições para se conseguir um rendimento jeitoso.&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/B26144a77/14615099_Y9Rid.png&quot; alt=&quot;Ações Protugal - depósito complexo&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;291&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p id=&quot;SAPORTECursorMarker2238&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O banco Invest já tem lançado no passado produtos estruturados que dependem das ações, mas têm funcionado num regime de tudo ou nada: ou todas as ações sobem nem que seja 0,1%, ou então ninguém leva nada. Escusado será dizer que as probabilidades de ganhar alguma coisa não são grandes, pelo contrário. Nunca fui fã destes produtos, mas este novo estruturado não tem essas desvantagens, sendo muito mais atrativo. Ainda que uma ação desça, se tudo o resto subir de forma significativa, pode ficar-se com uma rentabilidade bastante positiva no final. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Isso parece-me muita fruta. Então não nunca perdemos nada, podendo apenas ganhar com as valorizações das ações? O que é que o banco ganha com isso?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É de certa forma semelhante ao que acontecia com o&lt;a title=&quot;Eurovida Renda 2015&quot; href=&quot;http://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/3325.html&quot; target=&quot;_self&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt; fundo autónomo do Eurovida Renda 2015&lt;/a&gt;, embora esse produto pagasse um juro fixo. Aqui, caso as ações valorizem mais do que 9,863%, o banco arrecada a diferença. É esse o preço de termos um &quot;colchão&quot; que evita prejuízos. E a razão pela qual este produto foi lançado é porque se espera, no próximo ano, alguma valorização da bolsa portuguesa, que está em recuperação desde os níveis de amargura de meados do ano passado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este DP tem um mínimo de investimento de 1000€. No entanto, relembro que para ser abrir conta pelo Invest pela 1ª vez são necessários 5000€. Mas quem não quiser expor-se tanto a este produto pode sempre aplicar apenas uma parte aqui e outra em depósitos a prazo convencionais. Naturalmente, este depósito não pode ser mobilizado antecipadamente. Logo, só é indicado para dinheiro que não seja preciso durante 1 ano, e para quem esteja disposto a correr o risco de não receber nada no final do prazo. De momento, as perspetivas são boas, pelo que decidi investir neste produto. Se alguém sempre quis estar exposto a ações, mas temia grandes perdas, esta parece-me uma boa oportunidade para aproveitar. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Deixo aqui a &lt;a title=&quot;FIN do Ações Portugal&quot; href=&quot;http://www.bancoinvest.pt/Libraries/Produtos_Estruturados/INVPTS113.sflb.ashx&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;ficha normalizada do depósito&lt;/a&gt;, para quem quiser saber mais informações.&lt;/p&gt;</description>
  <comments>https://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/4887.html</comments>
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  <category>produtos estruturados</category>
  <category>banco invest</category>
  <category>depósitos a prazo</category>
  <category>ações</category>
  <category>fgd</category>
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  <pubDate>Tue, 05 Feb 2013 15:18:00 GMT</pubDate>
  <title>Fundos de Investimento - Introdução</title>
  <author>ruicarlov</author>
  <link>https://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/4755.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Com a queda generalizada das remunerações dos depósitos a prazo, que chegou até mesmo ao campeão dos DPs - o PrivatBank - muitas pessoas procuram agora alternativas para rentabilizar o dinheiro. Os fundos de investimento (FI) podem ser uma alternativa interessante, mas, dado que são um mundo gigantesco, convém ter algumas noções de como funcionam antes de se aventurar neles. Enquanto que alguns possuem riscos não muito diferentes de depósitos a prazo, outros podem muito bem provocar valentes perdas/ganhos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Antes de mais, convém ficar bem claro um facto muito importante: ao contrário dos depósitos a prazo, &lt;strong&gt;os fundos de investimento não têm garantia de rentabilidade nem de capital&lt;/strong&gt;. Isto quer dizer que há a hipótese de não ganhar dinheiro nenhum, ou até de perder.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #339966; font-size: large;&quot;&gt;O que são fundos de Investimento?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pegando um pouco no &lt;a title=&quot;Eurovida Renda 2015&quot; href=&quot;http://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/3325.html&quot; target=&quot;_self&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;que já disse a respeito do Eurovida Renda 2015&lt;/a&gt;, &lt;span&gt;um fundo de investimento é uma soma de dinheiro que pessoas/empresas entregam a uma empresa gestora, a qual, por sua vez, o vai aplicar em vários tipos de produtos, tais como obrigações, ações, depósitos a prazo, moedas, matérias-primas, e até outros fundos. Como resultado desses investimentos, o valor desse fundo vai subindo ou descendo consoante a empresa gestora faz bons ou maus negócios. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Outra forma de ver isto é imaginarmos um fundo como se fosse um saco contendo pedaços de empresas, dívidas, matérias-primas, imobiliário, depósitos a prazo, papel-moeda, para citar os mais comuns. Com o dinheiro entregue pelos subscritores, a entidade gestora compra partes de empresas (ações), empresta dinheiro a estados ou empresas (obrigações), compra ouro, prata ou outros metais (matérias-primas), investe em casas (imobiliário) ou depósitos a prazo/moeda (monetário ou liquidez). Aquilo que se escolhe comprar e em que proporções depende to tipo de fundo que a gestora oferece. Se é um fundo de ações, naturalmente que o que vamos encontrar dentro do saco são ações. Pela mesma lógica, fundos de obrigações, matérias-primas e imobiliários estarão preenchidos sobretudo pelas respetivas classes de ativos. Depois existem ainda fundos mistos, que como o nome indica, podem ser mais abrangentes e ter uma mistura de vários ativos. Do lado oposto temos fundos altamente específicos, que podem dedicar-se a investimentos mais bem delimitados, do tipo pequenas empresas americanas; obrigações nórdicas; empréstimos para habitação de bêbados desempregados sem meios de subsistência e a cheirar a cavalo.... (como é que pensam que aconteceu a grande crise imobiliária dos EUA?).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/ruicarlov/fotos/?uid=t5fsszHVbhJlYrVf4cbY&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/B72111c30/14580745_2cgfz.png&quot; alt=&quot;Tipos de fundos de investimento&quot; width=&quot;600&quot; height=&quot;362&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A rentabilidade do fundo depende do aumento de valor daquilo que tem dentro: dividendos das ações, juros de obrigações, valorizações de máterias-primas, obrigações e ações, rendas de prédios, etc. Uma vez que existem tantas coisas dentro de um fundo, nem todas ganham valor. Mas o objetivo de ter um fundo é que o somatório das valorizações-perdas dos vários componentes seja positivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No entanto, o saco não está estático. O gestor encarregue do fundo está constantemente a retirar coisas do saco e trocá-las por outras que lhe pareçam melhores, dentro dos limites do fundo. Por exemplo, um fundo que aposta em ações de países em vias de desenvolvimento pode desfazer-se de ações de algumas empresas chinesas e optar por outras melhores, dentro dos países emergentes. Mas não se pode pôr a comprar ações de empresas alemãs.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Então como é que fundos que sejam compostos por obrigações podem descer, mesmo sem haver nenhuma falência?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando um investidor privado compra uma obrigação de uma empresa (ou estado), fica com direito a receber todo o capital investido e juros periodicamente. Mas se ele achar que a empresa pode falir e não lhe vai pagar tudo, pode decidir vender esse direito a outra pessoa, por um valor mais baixo do que aquele que investiu, para não correr o risco de perder o dinheiro quase todo. Esse tipo de mercado, chamado mercado secundário de obrigações, faz com que o valor da dívida dessa empresa suba ou desça consoante o risco de não-pagamento diminua ou aumente. Isto faz com que fundos que tenham no seu interior essa obrigação percam valor se os receios em torno da empresa aumentam, mesmo que esta continue a pagar juros. Para além disso, se um fundo de obrigações que só possui obrigações de empresas sólidas se vir em mãos com uma empresa que deixe de ser tão segura, naturalmente que a vai tirar do seu saco, ainda que o venda com um valor inferior. Por estes motivos os fundos de investimento estão sujeitos a oscilações de valor, mesmo com aplicações que paguem juros periodicamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #339966; font-size: large;&quot;&gt;&quot;Falência&quot; de fundos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A &quot;falência&quot; de um fundo é um tópico sobre o qual muitos se interrogam. Pois se não há garantia de capital e o fundo pode descer de valor, não seria possível ele falir completamente?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A resposta é que, tal como existem, os fundos não podem falir.&lt;a title=&quot;Perguntas sobre fundos - Deco&quot; href=&quot;http://www.deco.proteste.pt/investe/questoes-dos-leitores-p210983/nodeid/33030.htm&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt; A Deco dá uma boa explicação deste tema, e recomendo a sua leitura&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De forma simplificada, um fundo não pode falir como uma empresa ou um banco, já que o que existe na realidade é um saco cheio de títulos comprados com o dinheiro dos subscritores. Um dos componentes do saco pode falir, fazendo o va lor do fundo descer. Mas a probabilidade de TUDO o que lá está dentro falir simultaneamente é astronomicamente pequena. E os fundos não se podem pôr a emprestar dinheiro que não é deles em grandes quantidades. O mais parecido com uma falência seria se houvesse algum desastre com o banco onde o fundo deposita os seus títulos (ou seja, o banco que guarda o saco) e que por alguma falcatrua o fundo ficasse a arder. Nesse caso altamente improvável, existe o &lt;a title=&quot;O que protege o nosso dinheiro&quot; href=&quot;http://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/1003.html&quot; target=&quot;_self&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Sistema de Indemnização aos Investidores&lt;/a&gt;, que garante o reembolso a cada pessoa até 25.000€.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É claro que se pode perder muito dinheiro nos fundos, mas não por ditas &quot;falências&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #339966; font-size: large;&quot;&gt;Escolha de fundos e de intermediários&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Então que fundos devo escolher, quais os que recomenda?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ai está uma pergunta para a qual não tenho boas respostas. Dado que os fundos são um universo tão grande, possuindo tantos níveis de risco e categorias diferentes, é mutíssimo complicado comparar fundos e dizer que um é melhor do que o outro. Tudo isso depende do risco que uma pessoa está disposta a assumir, do tipo de ativos em que quer investir, do prazo de investimento e uma série de outros detalhes, como mínimos de subscrição, condições de resgate, coberturas de moeda estrangeira, etc. Uma noção que nunca é demais recordar é que &lt;strong&gt;rentabilidades passadas não equivalem a rentabilidades futuras&lt;/strong&gt;. Logo, não podemos olhar para dois fundos e concluir que um é melhor do que outro, pois no ano passado deu mais x%. Nada garante que no ano seguinte o inverso não aconteça. Logo, convém sempre olhar para fundos com um historial grande, pois ele dá uma ideia mais acertada se tem sido bem gerido ou não. Isto pode ser feito por comparações com referências - benchmarks - que são geralmente índices que refletem o mercado geral da classe de ativos do fundo em questão (exemplo abaixo indica um fundo de obrigações bem gerido).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a title=&quot;Pimco Global Bond na Morningstar&quot; href=&quot;http://www.morningstar.pt/pt/funds/snapshot/snapshot.aspx?id=F0GBR06T61&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/B7c112c29/14580760_CtzjV.png&quot; alt=&quot;Pimco Global Bond&quot; width=&quot;458&quot; height=&quot;292&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse é um tipo de avaliação que tem de ser feito fundo a fundo e convém estar sempre atualizado, para &quot;saltar do navio&quot; se os resultados e perspetivas não forem bons. Não tendo grande experiência nisto, resta-me apenas recomendar fórums de discussão que acho extremamente informativos e onde se fazem boas discussões de fundos, com principal relevância para fundos de baixo risco, nomeadamente de obrigações e liquidez.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a title=&quot;TOP Fundos de Investimento&quot; href=&quot;http://www.forumfinancas.com/index.php?topic=7549.0&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;No fórum Finanças Pessoais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a title=&quot;Fundos de Investimento de Baixo Risco&quot; href=&quot;http://caldeiraodebolsa.jornaldenegocios.pt/viewtopic.php?t=77465&amp;amp;start=0&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;No Caldeirão de Bolsa&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;São essas classes de FI que me parecem ser as melhores alternativas aos depósitos a prazo, já que fundos de ações comportam riscos maiores, fugindo mais ao perfil de investimento de pessoas habituadas a lidar apenas com depósitos a prazo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;E quanto aos melhores intermediários para subscrever fundos?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aqui já é mais fácil opinar. Quase todos os bancos podem servir como intermediários para a compra de fundos. As diferenças prendem-se com a quantidade/variedade de fundos que eles apresentam, comissões praticadas, facilidade de consulta e de operações sobre os fundos. A banca online, que está mais virada para investimento, possui as melhores opções. O banco Best detaca-se pela positiva. Tem imensos fundos, inlcuindo fundos geridos pela gestora PIMCO, que é das mais conceituadas e das mais populares do mercado. A maior parte dos fundos não têm comissões extra de subscrição/custódia, e a plataforma deles para ver e negociar fundos é excelente. Tem também disponível um&lt;a title=&quot;Fundo E.S Liquidez&quot; href=&quot;http://www.morningstar.pt/pt/funds/snapshot/snapshot.aspx?id=F00000MRIA&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt; fundo de liquidez gerido pela gestora do grupo Espírito Santo&lt;/a&gt; que é muito interessante e de que falarei mais em detalhe brevemente (pois este artigo já vai extenso). Trata-se do fundo que conheço mais parecido com um depósito a prazo, que está a gozar de rentabilidades muito interessantes para o baixo risco que tem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para me despedir, deixo aqui o link &lt;a title=&quot;Recomendações CMVM&quot; href=&quot;http://www.cmvm.pt/CMVM/Publicacoes/Brochuras/Documents/Recomendacoes%20aos%20Investidores.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;com os conselhos aos investidores pela CMVM&lt;/a&gt; - Comissão de Mercado de Valores Mobiliários, que é a entidade que regula o comércio de fundos de investimento em Portugal.&lt;/p&gt;</description>
  <comments>https://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/4755.html</comments>
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  <category>obrigações</category>
  <category>fundos de investimento</category>
  <category>ações</category>
  <category>sistema de indemnização aos investidores</category>
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  <pubDate>Fri, 01 Feb 2013 10:57:54 GMT</pubDate>
  <title>Publicação das novas taxas de depósitos a prazo do PrivatBank</title>
  <author>ruicarlov</author>
  <link>https://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/4466.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;a title=&quot;Queda das taxas do PrivatBank&quot; href=&quot;http://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/4108.html&quot; target=&quot;_self&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Tal como anunciado anteriormente&lt;/a&gt;, as taxas do Privat caíram, e não foi pouco. Os depósitos a 1 ano rendem agora 3,95% TANB. A taxa mais elevada, para um prazo de 5 anos, caiu para 4,7%. O meu&lt;a title=&quot;PrivatBank - opinião&quot; href=&quot;http://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/2040.html&quot; target=&quot;_self&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt; post principal sobre o PrivatBank&lt;/a&gt; foi atualizado com a lista mais alargada das novas taxas. Em alternativa, podem consultar &lt;a title=&quot;Lista completa taxas PrivatBank&quot; href=&quot;http://www.privatbank.lv/PORTUGALE/download/Documentos/precario/AS_PrivatBank_PRE-FT-201302_01.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;o folheto do banco&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Embora as taxas tenham caído um pouco mais do que eu esperava, também não são uma surpresa por aí além. Basta olhar para as&lt;a title=&quot;Melhores taxas de depósitos a prazo&quot; href=&quot;http://economiafinancas.com/taxas-de-juro-depositos-a-prazo/&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt; restantes taxas praticadas em Portugal&lt;/a&gt; para ver que o Privat continua na liderança (sobretudo para o médio/longo prazo), sendo apenas alcançado pelos depósitos promocionais do Invest, Finantia e BIC. As euribor esmagaram as taxas indiscriminadamente.&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/ruicarlov/fotos/?uid=yceUwH8Wn5pHFwMT59Vk&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/B9011495e/14563921_DGv69.png&quot; alt=&quot;Euribor esmaga taxas do PrivatBank&quot; width=&quot;320&quot; height=&quot;248&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para quem conseguiu abrir um pé-de-meia em Janeiro, aproveitou uma grande oportunidade, pois ainda tem mais um ano de taxas nos 5,45%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Mas eu já não fui a tempo! Então e agora, alguma sugestão?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #ff0000;&quot;&gt;[Atualização 07/02/2013 - Devido a um erro de cálculos, a rentabilidade dos depósitos plus encontrava-se sobrestimada. O post foi revisto tendo em conta essa alteração]&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como disse, as taxas continuam a ser superiores às do mercado. Se estiver em condições de aproveitar alguns depósitos promocionais de outros bancos, força. Caso contrário, o melhor é continuar a apostar no Privat para prazos de pelo menos 1 ano, ou então alargar horizontes e experimentar outros investimentos alternativos que não depósitos a prazo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Faço no entanto notar que aconteceu uma coisa interessante com estas alterações. As taxas dos depósitos Plus, que pagam juros mensais, aproximaram-se substancialmente dos depósitos a prazo regulares, sendo agora inferiores em apenas 0,2%. Para quem priveligia mobilização sem penalizações, isto trás oportunidades interessantes: os juros são pagos mensalmente, podendo ser retirados ou reinvestidos num depósito pé-de-meia ou conta-poupança. Mobilização antecipada deste depósito não penaliza os juros já pagos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para um depósito plus de 1 ano (3,75% TANB), com reinvestimendo dos juros mensais num pé-de-meia a um ano (3,95% TANB), o rendimento incluindo recapitalização do juros é de &lt;span style=&quot;color: #008000;&quot;&gt;&lt;strong&gt;3,81%&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; TANB (assumindo que o juro líquido mensal é superior a 20€, podendo haver reforços todos os meses).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Deste modo, para quem estiver disposto a abdicar de 0,14% brutos consegue um depósito mobilizável quase sem penalizações, o que pode ser indicado quem algumas incertezas sobre a necessidade de capital num futuro próximo. Isto pode ser particularmente vantajoso para quem quiser investir a 3 anos (para aproveitar a taxa superior - 4%) mas não se quer comprometer a ter o capital imobilizável.. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Resumidamente, dadas as novas tabelas de taxas do PrivatBank, rentabilizar as poupanças deixa de ser uma opção muito melhor que em outros bancos. No entanto continuam a ser muito atrativas face ao resto do mercado, tendo em consideração que os depósitos estão acessíveis a todos e a partir de montantes bem baixos.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>bancos</category>
  <category>capitalização</category>
  <category>juros</category>
  <category>privatbank</category>
  <category>depósitos a prazo</category>
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  <pubDate>Tue, 29 Jan 2013 18:34:15 GMT</pubDate>
  <title>Queda das taxas to Privat Bank</title>
  <author>ruicarlov</author>
  <link>https://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/4108.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Aquilo que alguns já esperavam vai acontecer. O Privat Bank vai finalmente baixar as remunerações dos seus depósitos a prazo a partir de &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;&lt;strong&gt;1 de Fevereiro&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;. Isto era de esperar, já que as taxas de referência andam muito baixas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na página inicial do banco dizem a título indicativo que o E-Depósito a longo prazo (5 anos) vai baixar de 6% para 4,7%. Não se sabe ainda as novas taxas para os restantes depósitos, mas imagino que fique pelos 4 e pouco. Verdade seja dita, devem continuar a ser superiores à média praticada por outros bancos. Mas já não serão tão apecetíveis como dantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Então agora o que é que eu posso fazer?&lt;/em&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda é possível aproveitar qualquer coisa enquanto é tempo. Até 31 de Janeiro ainda se podem constituir depósitos à taxa antiga, logo quem quiser aproveite. Para quem não tem ainda dinheiro disponível, aqui está uma dica que eu me lembrei e que vou por em prática.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a title=&quot;Depósitos do PrivatBank&quot; href=&quot;http://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/2040.html&quot; target=&quot;_self&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Dos depósitos que eles oferecem&lt;/a&gt;, o pé-de-meia destaca-se por não ter mínimo de constituição e por permitir reforços a qualquer altura. Nesse caso, porque não constituir um depósito pé-de-meia 12 meses com aquilo que pudermos dispensar (tipo 20-100€)? Ficamos assim com uma taxa de 5,45% garantida durante um ano. Todos os depósitos que acabarem entretanto podem ser reforçados neste pé-de-meia, aproveitando ao máximo esta taxa mais elevada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas nesse caso toca a despachar, pois quem não tenha dinheiro à ordem no Privat tem de fazer uma transferência, que demora um dia. Mal caia lá o dinheiro é criar um pé-de-meia e aproveitar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Bons depósitos!&lt;/p&gt;</description>
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  <category>privatbank</category>
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  <category>taxas de juro</category>
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  <pubDate>Thu, 17 Jan 2013 15:52:29 GMT</pubDate>
  <title>Englobamento de rendimentos de capitais</title>
  <author>ruicarlov</author>
  <link>https://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/englobamento-de-rendimentos-de-capitais-3851</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #993300;&quot;&gt;&lt;em&gt;Os valores das taxas de IRS e taxa liberatória presentes neste artigo pertencem ao IRS de 2012. Para os valores deste ano &lt;a title=&quot;Englobamento IRS 2013&quot; href=&quot;http://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/englobamento-para-o-irs-de-2013-entrega-7787&quot; target=&quot;_self&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;consulte aqui.&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com a chegada do mês de Janeiro, é altura de fazer as contas às despesas do ano anterior e começar a pensar no que se aproxima: a entrega da declaração do IRS. E enquanto que muitos a temem, outros recebem este evento de braços abertos, pois permite recuperar algum do dinheiro que nos foi sendo sugado ao longo do ano direitinho para os cofres do estado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que pouca gente sabe é que o dinheiro que é retido quando recebemos juros de depósitos a prazo, obrigações e resgate de fundos pode ser também parcialmente reembolsado, embora com algumas limitações. É aqui que entra o englobamento de rendimentos de capitais na declaração anual do IRS. Quero frisar que tudo aquilo que vou falar é &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;&lt;strong&gt;puramente opcional&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;. O englobamento é algo que só vale a pena se nos trouxer benefícios, logo ninguém é obrigado a fazê-lo em nenhum ano que seja.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large; color: #339966;&quot;&gt;A lógica de englobar os rendimentos de capitais&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large; color: #339966;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Em primeiro lugar, rendimentos de capitais é todo o dinheiro se que ganha através de fazermos o nosso dinheiro (capital) gerar mais dinheiro através de aplicações financeiras. Isto inclui juros de depósitos à ordem, depósitos a prazo, contas poupança, seguros financeiros, cupões de obrigações, mais-valias de fundos, acções, EFTs... e um miriade de outros produtos nunca aqui falados. Como é do conhecimento geral, nós nunca recebemos todos os nossos ganhos. Na maioria dos casos o estado aplica uma taxa (a famosa taxa liberatória), que leva uma parte desses ganhos. A contrapartida é que não temos de dizer novamente ao estado que ganhámos esse dinheiro ao fazermos a declaração anual de IRS.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/ruicarlov/fotos/?uid=3qspPABKo5LiW5gNuZqh&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/B571166b7/14249554_qdSiS.png&quot; alt=&quot;Retenção na fonte&quot; width=&quot;426&quot; height=&quot;257&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Isto não se aplica, por exemplo, a mais-valias de acções (a diferença entre o preço de compra e preço de venda). Nestes casos não há taxa liberatória sobre elas, mas somos obrigados e indicar estes valores da declaração anual do IRS.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Mas o tema onde sobre o qual me quero debruçar incide sobre os casos onde há taxa liberatória. Durante o ano de 2012, esta taxa foi de 25% até Outubro, passando a 26,5% a partir daí.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Optar pelo englobamento de captais significa meter todos esse dinheiro ganho na nossa declaração de IRS. A taxa aplicada a essses rendimentos deixa de ser a taxa liberatória e passa a ser a do nosso escalão de IRS. E isto pode ser vantajoso ser a taxa de IRS for inferior à liberatória. Relembremos quais os escalões em vigor este ano:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table align=&quot;center&quot;&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span&gt;Rendimento Colectável (€)&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;&lt;span&gt;Taxa Normal (%)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span&gt;Taxa Média (%)&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;&lt;span&gt;Dedução Máxima à Colecta&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;span&gt;Até 4 898 &lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot; dir=&quot;ltr&quot;&gt;&lt;span&gt;11,50&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot; dir=&quot;ltr&quot;&gt;&lt;span&gt;11,50&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot; dir=&quot;ltr&quot;&gt;&lt;span&gt;Sem Limite&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;span&gt;De  4 898 até 7 410&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot; dir=&quot;ltr&quot;&gt;&lt;span&gt;14,00&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot; dir=&quot;ltr&quot;&gt;&lt;span&gt;12,348&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot; dir=&quot;ltr&quot;&gt;&lt;span&gt;Sem Limite&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;span&gt;De  7 410 até 18 375&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot; dir=&quot;ltr&quot;&gt;&lt;span&gt;24,50&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot; dir=&quot;ltr&quot;&gt;&lt;span&gt;19,599&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot; dir=&quot;ltr&quot;&gt;&lt;span&gt;1250&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;span&gt;De 18 375 até 42 259&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot; dir=&quot;ltr&quot;&gt;&lt;span&gt;35,50&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot; dir=&quot;ltr&quot;&gt;&lt;span&gt;28,586&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot; dir=&quot;ltr&quot;&gt;&lt;span&gt;1200&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;span&gt;De 42 259 até 61 244&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot; dir=&quot;ltr&quot;&gt;&lt;span&gt;38,00&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot; dir=&quot;ltr&quot;&gt;&lt;span&gt;31,504&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot; dir=&quot;ltr&quot;&gt;&lt;span&gt;1150&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;span&gt;De  61 244 até 66 045&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot; dir=&quot;ltr&quot;&gt;&lt;span&gt;41,50&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot; dir=&quot;ltr&quot;&gt;&lt;span&gt;32,231&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot; dir=&quot;ltr&quot;&gt;&lt;span&gt;1100&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;&lt;span&gt;De 66 045 até 153 300&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot; dir=&quot;ltr&quot;&gt;&lt;span&gt;43,50&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot; dir=&quot;ltr&quot;&gt;&lt;span&gt;38,654&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot; dir=&quot;ltr&quot;&gt;&lt;span&gt;0&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span&gt;Mais de 153 300&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;&lt;span&gt;46,50&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt; &lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot; dir=&quot;ltr&quot;&gt;&lt;span&gt;0&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pela tabela vê-se que quem obteve rendimentos anuais até 18375€ tem uma taxa de irs (24,5%) inferior à liberatória, logo está numa situação onde o englobamento pode ser vantajoso. Naturalmente que quanto menor o rendimento anual, menor a taxa, e maior a vantajem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como a taxa liberatória já foi retirada quando recebemos os juros, no IRS vamos receber a diferença entre o que já pagámos (25% ou 26,5%) e o que devemos pagar segundo o nosso escalão.&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/ruicarlov/fotos/?uid=EmEbGYIuzwogImCIpsZa&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/Baf12fce7/14249556_s2vcZ.png&quot; alt=&quot;Englobamento de rendimentos de capitais&quot; width=&quot;465&quot; height=&quot;162&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #339966; font-size: large;&quot;&gt;Requisitos para pedir englobamento&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em primeiro lugar convém verificar se o englobamento é vantajoso ou não. Em princípio, qualquer pessoa com rendimento abaixo dos 18375€ tem vantajens, mas mesmo pessoas com mais rendimento podem beneficiar disto, se por alguma razão tiverem uma taxa de irs mais reduzida que o normal (não conheço todas as situações particulares que dão origem a essas beneces, mas sei que há algumas ligadas a invalidez ou deficiências). As situações mais vantajosas são mesmo aquelas onde os rendimentos da pessoa não são declaráveis em irs. Neste grupo estão estudantes a receber bolsas de estudo (se já estiverem independentes dos pais a nível fiscal), bolseiros de investigação científica, desempregados a receber o subsídio de desemprego, entre outros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não há nada como utilizar &lt;a title=&quot;Simulador IRS 2012&quot; href=&quot;http://www.pedropais.com/impostos/simulador-irs-2012&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;um simulador de irs&lt;/a&gt; e fazer as contas com e sem englobamento para ter uma idea se e quanto se pode ganhar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Feitas as contas, é hora de começar a pedir aos bancos declarações de rendimentos. É preciso pedir a &lt;strong&gt;TODOS&lt;/strong&gt; os bancos onde se tenham recebido juros ou mais-valias. Isto porque ao optarmos pelo englobamento, temos de incluir tudo o que ganhámos em produtos financeiros. Não podemos por exemplo declarar juros de depósitos a prazo e ignorar ganhos com fundos. A partir do momento em que decidimos englobar, todo e qualquer rendimento onde tenha sido aplicada taxa liberatória tem de ser declarado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nas declarações dos bancos deve constar quando receberam durante o ano, bem como todos os impostos retidos. Alguns bancos (poucos) disponibilizam essa declaração sem ser necessário pedir. Mas na maior parte dos casos temos de enviar um mail ou preencher um pedido oficial. O prazo para pedir as declarações é de 1 a 31 de Janeiro de 2013. Note-se que muito bancos não têm as contas todas feitas logo no início do mês, ficando apenas disponíveis em meados de Janeiro. Por outras palavras, à data deste artigo está-se uma excelente altura para começar a fazer os pedidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois de tudo reunido basta esperar até à 2ªfase de entrega do irs e preencher o anexo E com os valores que estão nas declarações. As declarações em si têm de ser enviadas para a repartição de finanças local, seja por entrega em mão, correio ou e-mail. Também costuma ser necessário (recentemente não sei se já foi alterado) uma declaração nossa, autorizando as finanças a averiguar junto dos bancos onde temos contas se declarámos tudo ou se &quot;escondemos&quot; algum depósito a prazo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Basicamente o que fazem é cruzar os dados dos juros pagos pelos bancos (que eles são obrigados a comunicar) com aquilo que declarámos. Se tudo ficar bem feito é só esperar pelo reembolso. Nada mau, heim?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #0000ff; font-size: medium;&quot;&gt;Possíveis Questões&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Então e se eu tiver um rendimento cole&lt;/em&gt;&lt;em&gt;tável exactamente de 18375€ e tiver recebido mais 500€ de juros, compensa-me fazer o englobamento?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O mais certo é não valer apena. Isto porque todos os 500€ acima de 18375 vão ser taxados a 35,5%, que é uma taxa superior à taxa liberatória.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;E se eu tivesse ganho apenas 18000€, tendo ganho 400€ de juros?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aí é mais complicado de dizer. Só mesmo fazendo as contas. 375€ desses juros são taxados a 24,5%, e os restantes 25€ a 35,5%. Isto dá uma taxa média de 25,18%. Se os juros foram sujeitos a 25% de retenção, então não é vantajoso. Caso fosse 26,5% de retenção, aí já sairia beneficiado. Mais uma vez, reforço o facto de de usar um simulador para fazer as contas. De qualquer forma posso adiantar que quanto mais perto do limite dos 18375 estiver, menor será o ganho. Em contrapartida as pessoas com baixo rendimento colectável saem muito a ganhar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Ou seja, se eu for desempregado a receber o subsídio de desemprego, mas tivesse recebido 1000€ em juros brutos ganhos durante o ano, ia receber a diferença entre a minha taxa de irs (11,5%) e a taxa liberatória (25%)?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por acaso ainda seria melhor do que isso. Efectivamente, se não considerássemos mais nada senão as retenções na fonte, o que seria restituído seria 1000 x (25%-11,5%) = 135€. Mas afortunadamente, ao entregarmos o irs temos logo direito a deduções à colecta, a começar pelas deduções pessoais (de acordo com o estado civil e agregado familiar), juntando despesas de sáude, educação, etc... Como só as deduções pessoais são logo superiores a 200€, ia receber a totalidade do imposto retido, ou seja os 250€ retidos na fonte. Só com rendimentos mais elevados é que se começa a receber menos do que a totalidade do imposto retido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;E se eu fizer isto este ano? Vou ter de fazer no próximo ano?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não. Como disse anteriormente, o englobamento é opcional. Fazer um ano não traz qualquer responsabilidade para o ano seguinte. Só engloba quem quer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Resumindo, o englobamento de rendimentos de capitais é uma oportunidade interessante para receber um pouco mais do IRS, sobretudo para quem tem pouco rendimento colectável. Este ano ainda é vantajoso para um número considerável de pessoas, já que a taxa liberatória durante 2012 foi elevada e as taxas dos escalões de IRS não acompanharam essa subida. Para o próximo ano será mais complicado tirar vantagens, dado que vão existir menos escalões, que terão taxas maiores. Logo é de aproveitar enquanto se pode.&lt;/p&gt;</description>
  <comments>https://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/englobamento-de-rendimentos-de-capitais-3851</comments>
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  <category>impostos</category>
  <category>depósitos a prazo</category>
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  <pubDate>Fri, 09 Nov 2012 13:40:27 GMT</pubDate>
  <title>Queda das taxas de juro - Depósitos a prazo e alternativas</title>
  <author>ruicarlov</author>
  <link>https://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/3781.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Os últimos meses não têm sido bons para quem ter querido fazer depósitos a prazo, com as taxas oferecidas pelos bancos em queda contínua. Isto deve-se em parte &lt;a title=&quot;Penalização das taxas de juro&quot; href=&quot;http://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/2219.html&quot; target=&quot;_self&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;às limitações impostas pelo Banco de Portugal&lt;/a&gt;, e à queda das taxas de juro de referência europeias, as Euribor. Como o Banco de Portugal penaliza os rácios dos bancos que ofereçam taxas 2,25-3% acima da euribor, se estas descem, naturalmente que as remunerações dos depósitos acompanham a queda. Basta dar uma olhada&lt;a title=&quot;Gráficos evolução euribor&quot; href=&quot;http://pt.euribor-rates.eu/graficos-euribor.asp&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt; a estes gráficos&lt;/a&gt; para ver que estamos em mínimos de bastantes anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para adicionar lenha à fogueira, o novo Orçamento estado implementou um aumento da taxa liberatória para 26,5% já este mês. Em Janeiro de 2013 vai agravar-se para 28%. Isto quer dizer que não só as taxas brutas estão a diminuir, como ainda levamos mais uma machada que diminui as taxas líquidas ainda mais. Dá quase vontade de pôr o dinheiro debaixo de colchão.....&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Posto isto, que fazer para que não percamos dinheiro para a inflação, conseguindo até uma valorizaçãozinha real?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A seguir sugiro algumas possíveis aplicações, desde os depósitos a prazo que ainda resistem à descida de taxas, até outras classes de produtos com um risco quase equivalente.&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/ruicarlov/fotos/?uid=4BRhEFDyJEmft4eINZaJ&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/B24126718/13988452_W0K1n.png&quot; alt=&quot;Queda das taxas de juro&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;278&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #339966; font-size: medium;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Depósitos a prazo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aquando do &lt;a title=&quot;Penalização das taxas de juro&quot; href=&quot;http://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/2219.html&quot; target=&quot;_self&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;anúncio do banco de Portugal&lt;/a&gt;, dei relevância a dois bancos que estavam menos preocupados com os rácios e que conseuquentemente ofereciam taxas melhores: o banco Invest e o PrivatBank.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Infelizmente, o banco Invest já baixou as suas taxas, embora ainda ofereça uns razoáveis &lt;a title=&quot;Depósitos banco Invest&quot; href=&quot;http://www.bancoinvest.pt/Publico/ProdutosServicos/AplicacoesInvestimentos/AplicacoesPrazo/AplicacoesPrazo.aspx&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;4,5% a 1 ano para novos clientes&lt;/a&gt;. O único que ainda se mantêm irredutível é o PrivatBank, cujas taxas &lt;a title=&quot;PrivatBank - Opinião&quot; href=&quot;http://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/2040.html&quot; target=&quot;_self&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;são de longe as mais atrativas no mercado.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não, não se trata de manter longe o Banco de Portugal com poção mágica. As contas da sucursal estão fortemente interligadas com os negócios da casa-mãe da Letónia, logo os rácios de capital do banco só devem ser considerados na Letónia, onde não estão em vigor penalizações como as de cá. Para além disso, tanto quanto sei é um banco que investe mais em outros tipos de activos como matérias-primas e não tanto em títulos de dívida dos países cá do sul.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por estas e outras razões podemos ainda contar com taxas que vão dos 5,2% a 3 meses até 6% a 5 anos. Há ainda uma conta-poupança com total flexibilidade de reforços e levantamentos que dá 3,2%, superando um produto semelhante, o Invest MoneyBox, que dá agora apenas 3%, após duas descidas quase seguidas dos anteriores 4%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por alguns comentários aqui no blog e de alguns fórums, tenho reparado que algumas pessoas têm tido problemas em entrar em contacto com o banco. A agência de Lisboa mudou de instalações, e parece que têm havido alguns problemas de adaptação. Para quem não é cliente e quer contactar o banco pela 1ª vez, se não o consegue pelo número indicado no site ou pela opção de chat online, uma ideia é contactar directamente a agência do Porto para pedir informações. Todos os relatos que me chegam relativos a esta agência são bastante positivos, tanto a nível de eficiência como disponibilidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Podem ver uma lista da restante oferta &lt;a title=&quot;Melhores depósitos a prazo&quot; href=&quot;http://www.pedropais.com/depositos-e-investimentos/melhores-depositos-a-prazo&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;aqui.&lt;/a&gt; Para além de ofertas promocionais do Big e do Best, não encontro praticamente nada que salte à vista. A tendência não deve ser para inverter nos próximos tempos, muito pelo contrário. Não se sabe por quanto tempo o próprio PrivatBank vai conseguir manter as taxas atuais, logo para quem tiver condições para isso, o melhor é tentar aumentar o prazo de aplicação das suas poupanças enquanto é tempo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/ruicarlov/fotos/?uid=BmpuyjwFNv6ZellkZmVt&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/B43118683/13988456_Fc0dA.png&quot; alt=&quot;Taxas privatbank&quot; width=&quot;318&quot; height=&quot;500&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Então se pelos depósitos a prazo as coisas estão fraquinhas, que alternativas há?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Alternativas ainda há algumas, com vários níveis de risco e modos de funcionamento diferentes. Obrigações, fundos, ETFs. Um bocadinho de pesquisa revela muitas coisas, algumas mais complexas que outras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por agora vou-me focar em duas alternativas de baixo risco, que funcionam de modo passivo, ou seja, de forma semelhante aos depósitos a prazo: põe-se lá o dinheiro e não é preciso fazer mais nada até ao final do prazo, que o dinheiro rentabiliza automaticamente sem precisar de intervenção nossa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #0000ff; font-size: medium;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Eurovida Renda 4+4&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É o um seguro ligado a fundos de investimento. Podem consultar &lt;a title=&quot;Eurovida renda 2015&quot; href=&quot;http://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/3325.html&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;a minha análise das versões anteriores&lt;/a&gt; para saber o tipo de produto que é. Nesta nova versão, a rentabilidade é de &lt;strong&gt;5,25 brutos &lt;/strong&gt;por um prazo mínimo de 4 anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A novidade principal é que ao fim desse tempo pode-se continuar por mais 4 anos, com novas condições (leia-se taxas) a determinar uns meses antes de os primeiros 4 anos acabarem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não há qualquer obrigação em ficar esse tempo adicional. Se as novas condições não forem interessantes, uma pessoa poderá comunicar à Eurovida que não quer continuar e recebe o capital de volta, bem como os juros devidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aqui fica o &lt;a title=&quot;Prospeto simplificado Eurovida Renda 4+4&quot; href=&quot;http://web3.cmvm.pt/sdi2004/fundos/pensoes/docs/PS000782000549.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;prospeto informativo para consulta&lt;/a&gt;. As subscrições foram prolongadas em princío até ao final do ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Embora as taxas seja inferiores à versão anterior (como seria de esperar, dada a descida das taxas), continuo a considerar esta uma boa aplicação, desde que seja feita com dinheiro no qual não se tencione mexer nos próximos quatro anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A subscrição pode ser feita no banco Popular ou no banco Best.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #0000ff; font-size: medium;&quot;&gt;&lt;strong&gt;BES Vida Aforro 2012&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este produto é um seguro de capitalização comercializado pela seguradora BES Vida, que como o nome indica está ligada ao grupo BES.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É um produto vocacionado para o longo prazo, sendo um seguro com duração de 8 anos e 1 dia. Faz-se uma única entrega de dinheiro no início, e o capital e os juros são devolvidos no final do prazo. A rentabilidade anual é a seguinte:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;1ª anuidade: 5,00% TANB&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;2ª anuidade: 5,00% TANB&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;3ª anuidade: 5,00% TANB&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;4ª anuidade: 5,50% TANB&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;5ª anuidade: 5,50% TANB &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;6ª anuidade: 6,00% TANB&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;7ª anuidade: 6,00% TANB&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;8ª anuidade: 6,00% TANB&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A vantagem deste prazo é que os impostos sobre os rendimentos são menores para o longo prazo. A partir de 5 anos e 1 dia a taxa liberatória é apenas &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;20% inferior à normal&lt;/span&gt;, e a partir de 8 anos é &lt;span style=&quot;text-decoration: underline; color: #0000ff;&quot;&gt;60% inferior à normal&lt;/span&gt;. Os juros anuais são capitalizados internamente, ficando a render para os anos seguintes. Logo recebe-se tudo no final, e taxa aplicada é mais reduzida. É claro que isto está sujeito a decisões políticas. Até daqui 8 anos muita coisa pode acontecer, incluindo o Estado lembrar-se de acabar com esta bonificação da taxa liberatória. Mas isso são fatores fora do nosso controlo, pelo que tudo o que podemos fazer é rezar para que isso não aconteça.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a title=&quot;BES Vida Aforro 2012&quot; href=&quot;http://www.forumfinancas.com/index.php?topic=7441.0&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Neste fórum fizeram as contas&lt;/a&gt; e para a taxa liberatória de 25%, a rentabilidade do produto era de &lt;strong&gt;6,68% brutos&lt;/strong&gt;, ou 6,075% líquidos.&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;Naturalmente que à taxa de 2013 (28%) a rentabilidade líquida passa a ser&lt;strong&gt; 5,93% líquidos, &lt;/strong&gt;o que não deixa de ser um valor bastante interessante. A razão de a taxa bruta ser superior à anuidade mais elevada (6%) provém precisamente da capitalização dos juros dos anos anteriores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quanto a nível de segurança, mesmo não tendo a garantia do Fundo de Garantia de Depósitos, continua a ser um produto de baixo risco, embora sujeito ao risco da seguradora. O dinheiro entregue vai para um fundo autónomo, o qual é rentabilizado respeitando alguns limites. A seguradora não pode utilizar esse dinheiro para outros fins como pagar dívidas, etc... Caso a seguradora vá à falência, o fundo autónomo continua a existir, passando para a responsabilidade do BES.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Embora isto seja frisar o óbvio, não aplicar aqui dinheiro se pense vir a precisar daqui até 8 anos. O dinheiro aqui posto deverá ser visto como uma poupança para o futuro. Por exemplo, porque não constituir um seguro destes a pensar no futuro dos filhos pequenos?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar de tudo, são permitidos reembolsos antecipados, havendo penalização de 1% do capital até 1 ano. Até 3 anos não se recebe juros. Daí para a frente recebe-se uma certa percentagem dos juros devidos. Logo a melhor opção é sem dúvida deixar ficar até ao final. Para os 8 anos trata-se de uma rentabilidade muito atrativa que não se encontra em produtos semelhantes. Não sendo um especialista neste campo, direi que é dos melhores seguros de capitalização que tenho visto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para quem não tem conta no BES, um investimento mínimo de 5000€ é recomendado, já que isenta despesas de manutenção de conta que de outra forma seriam cobradas por ter uma conta à ordem no BES.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aqui fica o &lt;a title=&quot;BES Vida Aforro 2012&quot; href=&quot;http://www.bes.pt/sitebes/cms.aspx?labelid=360besvidaaforro&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;site&lt;/a&gt; e a &lt;a title=&quot;Ficha comercial&quot; href=&quot;http://www.bes.pt/sitebes/images/xselling/particulares/seguros_capitalizacao/FichaComercial_BESVidaAforro2012.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;ficha comercial&lt;/a&gt;, para quem quiser consultar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como nota final, gostaria apenas de deixar claro que as sugestões acima mencionadas são apenas uma pequena parte das opções disponíveis nos mercados financeiros. Seleccionei-as por serem aquelas que em parecem mais fáceis de entender e com menos complicações. Quem se sentir mais confortável com produtos mais complexos ou onde se precisa de ser mais ativo, aconselho que aprenda sobre fundos, &lt;a title=&quot;Obrigações e o mercado primário&quot; href=&quot;http://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/3430.html&quot; target=&quot;_self&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;obrigações&lt;/a&gt; e ETFs. Os fórums que indico na secção dos links são um ótimo sítio para se começar.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>taxas de juro</category>
  <category>eurovida</category>
  <category>seguros de capitalização</category>
  <category>seguros financeiros</category>
  <category>privatbank</category>
  <category>depósitos a prazo</category>
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  <pubDate>Wed, 29 Aug 2012 15:14:41 GMT</pubDate>
  <title>Obrigações e o mercado primário - REN 6,25%</title>
  <author>ruicarlov</author>
  <link>https://trocospormiudos.blogs.sapo.pt/3430.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Obrigações são um tipo de aplicação financeira que está na moda, de tal forma que este tema há um par de anos era desconhecido para a maioria dos portugueses e agora está a ser muito divulgado, com várias empresas portuguesas a disponibilizá-las.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a title=&quot;Obrigações e o mercado primário&quot; href=&quot;http://www.pedropais.com/obrigacoes-o-que-sao-e-o-mercado-primario-guest-post-4903.html&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;O artigo completo relativo a este tema pode ser lido nesta ligação&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, tendo sido escrito em parceria com o &lt;a title=&quot;Blog Finanças Pessoais&quot; href=&quot;http://www.pedropais.com/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Blog de Finanças Pessoais&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nele faço uma introdução à temática das obrigações e sobre a forma de as comprar em mercado primário.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E isto vem a propósito de uma nova emissão de obrigações por parte de uma empresa portuguesa, a REN - Redes Energéticas Nacionais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta emissão a 4 anos paga um cupão de 6,25% (dividido em dois pagamentos semestrais) e está disponível a partir de 3 de Setembro, para montantes a partir de 1000€ (só se pode comprar em múltiplos deste valor).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;https://www.bigonline.pt/OndeInvestir/Obrigacoes/REN&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;https://www.bigonline.pt/Resources/images/ondeinvestir/logoObgRenDesc.jpg&quot; alt=&quot;Informações sobre obrigações REN&quot; width=&quot;520&quot; height=&quot;170&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;E estas obrigações valem a pena?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Penso que são comparáveis às restantes emissões feitas pela Sonae, EDP, PT, etc... São todas empresas portuguesas com alguma credibilidade, com dificuldades de financiamente devido à crise da dívida portuguesa, mas em princípio sem grandes probabilidades de não pagarem nos próximos 3/4 anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A taxa destas obrigações é mais baixa do que no caso da emissão da Sonae ou Semapa, o que aliás era de esperar que acontecesse, a acompanhar as quedas da taxas de juro e a ligeira recuperação de confiança dos mercados em Portugal. Ainda assim, continua a ser uma taxa atrativa, acima do que se consegue em qualquer depósito a prazo, logo com uma relação risco/retorno a meu ver bastante positiva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;E aqueles cuidados a ter que recomenda? Nomeadamente bancos intermediários e o rateio?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Começando pelo fim, o rateio será semelhante ao da Sonae. Ou seja, estão garantidos até 5000€ por comprador, e mais que isso está sujeito a rateio. A prioridade para o rateio será dada aos compradores mais antigos. Isto quer dizer que se se quiser investir bastante acima de 5000€, quando mais cedo se comprar mais probabilidades terá de conseguir colocar tudo aquilo que se quer. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A nível de bancos, não sei quais serão os intermediários principais, mas à partida um salta-me à vista - o banco BiG.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isto é uma boa notícia, pois o BiG é um banco habituado a negociar obrigações (sobretudo em mercado secundário) e é muito razoável a nível de comissões. O preçário deles para este caso particular pode ser encontrado &lt;a title=&quot;Preçário BiG para obrigações REN&quot; href=&quot;https://www.bigonline.pt/pdf/ops/OPS-REN-precario.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;. De positivo destaca-se a ausência de comissões de custódia e a baixa comissão de subscrição (0,1% com mínimo de 3€). As comissões sobre os juros e de amortização (quando o dinheiro é devolvido no final) são o habitual, não devendo haver grandes diferenças para outros bancos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para além do mais, abrir conta no BiG não tem custos e não há quaisquer comissões de manutenção de conta. A não ser que apareça novamente algum banco a isentar todas/parte das comissões (caso do Carregosa e do Popular na emissão da Sonae), penso que este será um bom banco para subscrever estas obrigações.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para minimizar ao máximo o peso das comissões, recomendo um investimento mínimo de 3000€, já que é quando a comissão mínima de 3€ corresponde exactamente aos 0,1%. Mas mesmo 2000€ já bem rentável.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem quiser mais informações pode consultar &lt;a title=&quot;Informações obrigações REN&quot; href=&quot;https://www.bigonline.pt/OndeInvestir/Obrigacoes/REN&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;a página do BiG relativa a este assunto&lt;/a&gt;, onde estão disponíveis os vários prospectos completos para os amantes de literatura financeira técnica.&lt;/p&gt;</description>
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